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"A solução está dentro de casa": Presidente do Inter SM detalha "convocação" de Chiquinho como técnico

Foto: Renata Medina/Inter SM

Em entrevista concedida à Rádio Imembuí, de Santa Maria, o presidente do Inter SM, Pedro Della Pasqua, abriu o jogo sobre a nova troca no comando técnico da equipe alvirrubra. Após apenas 13 dias de trabalho e duas derrotas consecutivas, o clube optou pelo desligamento de Wiliam Campos, justificando a decisão pela incompatibilidade entre o tempo necessário para o treinador implementar seu modelo e a urgência desesperadora vivida pelo clube no quadrangular do rebaixamento.


O fator tempo e o "encaixe" tático


Apesar de elogiar a capacidade técnica da comissão que deixou o clube, o presidente foi enfático ao explicar que o perfil de Wiliam não se adequava ao momento de "incêndio" que o Inter SM precisa apagar. Segundo Pedro, a equipe não respondeu em campo da forma esperada.

"O que acontece é que o time não encaixou. Às vezes a característica dos atletas não fecha muito bem com o trabalho, com o modelo tático do treinador. A gente precisa de uma resposta imediata", afirmou o mandatário.

O dirigente reforçou que o trabalho anterior demandaria processos que o calendário atual não permite. "No nosso entendimento, a comissão do William precisa de mais tempo, é um perfil de treinador que precisa de mais tempo para dar resultado. Precisa talvez de uma pré-temporada, precisa montar o elenco", completou.


De gerente a treinador: A "convocação" de Chiquinho


Para o lugar de Wiliam, a solução não veio do mercado, mas sim de um movimento interno. O ex-jogador e gerente de futebol Chiquinho, que já havia recusado o convite em uma oportunidade anterior após a saída de Bruno Coutinho, foi "convocado" para assumir o time interinamente. O presidente explicou que a escolha se baseou na moral que o profissional possui com o grupo de jogadores.

"O que leva a aposta no Chiquinho muito pela parte mental que o Chiquinho tem. Eu pedi para ele assumir o time porque ele tem uma intimidade muito grande com os atletas, ele tem uma parceria muito grande com os atletas, os atletas respeitam muito ele, fazem muito por ele dentro de campo", destacou Almeida.

O presidente ressaltou que, mesmo não sendo treinador de formação, a visão de jogo de Chiquinho e o conhecimento dos bastidores são as únicas ferramentas capazes de gerar efeito imediato. "Trazer outro treinador de fora, até ele entender o nosso atleta, entender o contexto, entender com o que cada um está rendendo, é muita informação e muito difícil. Então a solução está dentro de casa", concluiu o dirigente.

 
 
 

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