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Após repercussão negativa, direção do Brasil-Pel recua

O Brasil de Pelotas busca alternativas para reorganizar as contas do clube. Hoje, a dívida Xavante com montante trabalhista, impostos e cíveis é na casa dos R$ 30 milhões.


A direção vem lidando cada vez mais com a rotina de bloqueios de valores na justiça. Além do condomínio trabalhista, o clube começou a ter penhoras de rendas com ações cíveis. Isso pode inviabilizar o futuro Xavante em dois anos, conforme o presidente Evânio Tavares.


Uma das possibilidades trabalhadas pela direção é a Recuperação Judicial. O tema era tratado internamente com conselho, mas vazou e se tornou um grande problema. Após uma repercussão negativa, a diretoria decidiu recuar e retirar o tema da pauta antes do começo da Série D do Brasileirão.


"Foi um assunto mal abordado. Íamos fazer uma abordagem diferente, que não traria o medo, íamos ter reuniões. Sem problemas, vamos dar um passo atrás, vamos seguir batalhando. Friso novamente, essas dívidas são de gestões muito atrás, 2007, 2008 e 2009, e dos anos 90. São dívidas cíveis e não trabalhistas", declarou o presidente Tavares, que completou:


"O pessoal colocou muito temor de perder o estádio, de quebrar. A gente vai fazer uma conta que vai pagar. Mas isso é um assunto que vamos passar para mais adiante. Entendemos que deu uma repercussão que não deveria pelo vazamento. Vamos focar no campeonato que temos aí pela frente, queremos o acesso e vamos batalhar. Para todo mundo saber, a gente tem ciência do que está fazendo e de como o clube está e como ficará se não tomar uma atitude urgente, mas pode ser daqui seis meses há um ano", finalizou.


Imagem: Reprodução/TV Xavante

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