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Envolvido em manipulação, atacante gaúcho tem pena reduzida

No mês de maio, o Tribunal de Justiça Desportiva/RS condenou o atacante Jarro, atualmente no Inter-SM, a 720 dias de suspensão e multa de R$ 100 mil. A denúncia se refere a um pênalti cometido pelo atleta, quando atuava pelo São Luiz de Ijuí, em partida contra o Caxias pelo Gauchão 2023. Ele foi aliciado por um grupo criminoso para manipular o jogo cometendo a penalidade. O atleta, em sua defesa disse que foi ameaçado para realizar o pênalti.


O jogador recorreu ao pleno do TJD e obteve uma redução de pena pela metade nesta semana. Agora, ele ficará 360 dias fora do futebol, quase um ano. A multa também caiu para R$ 10 mil. O São Luiz havia sido multado em 100 mil por responsabilidade solidária. No recurso, o clube foi absolvido. Em seu voto, o presidente do TJD, Cláudio Fleck Baethgen, mandou um recado aos demais atletas:


"Meu interesse é dar um alerta aos atletas. De que, se por ventura caírem na asneira de se vender, gritem. Porque se gritarem, o buraco vai ser menor. Temos uma luta desgraçada pela frente. Estamos falando de atletas de clubes menores, cujo impacto econômico e repercussão são menores. Mas nós vamos chegar na tempestade. E temos de estar preparados. Analisando e tendo o cuidado de que não estamos julgando uma conduta individual. A punição tem de ser feita porque a prova está lá", afirmou no julgamento, em fala reproduzida em GZH.


Foto: Lucas Dornelles/EC São Luiz

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