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  • Santo Ângelo busca apoio do Poder Público para seguir o trabalho com as categorias de base

    Foto: Santo Ângelo/Divulgação O futuro do futebol nas Missões ganhou um capítulo decisivo na última quarta-feira (25/02). A diretoria do Santo Ângelo liderada pelo presidente Cláudio Somavilla, reuniu-se com a cúpula do governo municipal para pleitear suporte oficial ao projeto das categorias de base, que hoje já atende quase 100 adolescentes  da região. Recebidos pelo prefeito interino Carlos Gonçalves e pelos vereadores Jonatas Dutra Toledo e Vilson Rocha, os dirigentes apresentaram a estrutura atual das escolinhas e das categorias Sub-15 e Sub-17 . O objetivo central é transformar o clube em um polo formador, mas, para isso, o "custo do sonho" exige parcerias sólidas. A conta do futebol: custos além das quatro linhas O Santo Ângelo detalhou as despesas mensais que garantem o time. Manter uma estrutura profissional para jovens envolve: Logística:  Despesas de viagem para competições estaduais. Infraestrutura:  Manutenção do estádio, contas de água e luz. Profissionalização:  Serviços jurídicos, contabilidade e funcionários. Futebol como ferramenta social Para Cláudio Somavilla e Jorge Ribeiro (vice-presidente), o investimento público no clube ultrapassa o resultado no placar. O argumento levado ao gabinete é de que o esporte é um braço da saúde e da educação, formando "grandes homens" antes mesmo de formar atletas profissionais. "O esporte é sinônimo de vida, saúde e futuro para os jovens, formando não apenas grandes atletas, mas também grandes homens", declarou o clube.

  • Lajeadense inicia plantio de novo gramado para a Divisão de Acesso 2026

    Imagem: Divulgação/Lajeadense O futuro do Lajeadense  começou a ganhar cor e raízes nesta semana. Após concluir as etapas de modernização do sistema de drenagem e a instalação de uma nova rede de irrigação, a diretoria deu início ao plantio oficial do novo gramado da Arena Alviazul . O investimento faz parte de um plano ambicioso da gestão atual para profissionalizar a estrutura e resgatar a essência competitiva do clube de Lajeado. A decisão de reformular o campo "do zero" é vista internamente como um passo estratégico e um diferencial para a disputa da Divisão de Acesso . Um gramado de alta performance não apenas qualifica o espetáculo, mas também favorece o modelo de jogo técnico que o Lajeadense busca implementar para buscar o retorno à elite do futebol gaúcho.

  • Juventude e Caxias conhecem destinos na inédita Copa Sul-Sudeste nesta terça

    Foto: Divulgação/CBF O futebol da Serra Gaúcha volta seus olhos para a sede da CBF nesta semana. Na próxima terça-feira, às 14h, serão sorteados os grupos da Copa Sul-Sudeste , a grande novidade do calendário nacional para 2026. Além de preencher o calendário do primeiro semestre, a competição surge com um atrativo de peso: o campeão garante vaga direta na terceira fase da Copa do Brasil de 2027 , garantindo uma cota milionária antecipada. A dupla Ca-Ju estará entre as 12 equipes que disputarão o torneio, representando o Rio Grande do Sul após a desistência oficial do Internacional, que optou por não participar. A competição começa no dia 25 de março e terá uma decisão rápida, com a final agendada para 7 de junho. Entenda o formato da disputa O regulamento da Copa Sul-Sudeste promete dinamismo e rivalidade interestadual: Divisão:  12 clubes divididos em dois grupos (A e B). Confrontos:  As equipes do Grupo A enfrentam as do Grupo B em turno único. Jogos:  Cada time disputará seis partidas na primeira fase (três em casa e três fora). Classificação:  Os dois melhores de cada chave avançam para as semifinais. Os adversários no caminho Juventude e Caxias terão pela frente equipes tradicionais e clubes em ascensão no cenário nacional. Confira os participantes: Rio Grande do Sul:  Juventude e Caxias Santa Catarina:  Avaí e Chapecoense Paraná:  Operário-PR e Cianorte Minas Gerais:  América-MG e Tombense Rio de Janeiro:  Volta Redonda e Sampaio Corrêa-RJ São Paulo:  São Bernardo e Novorizontino

  • O Xerife da Fronteira: O desabafo épico de Tato Moreira após a permanência do Guarany na elite

    Foto: Reprodução/Instagram/Guarany No cenário muitas vezes engessado e de falas ensaiadas dos dirigentes de futebol, surge uma figura que rompe todos os protocolos. Heráclito Moreira , o icônico Tato Moreira , presidente do Guarany de Bagé , consolidou-se em 2026 como o dirigente mais autêntico e passional do interior gaúcho. Mais do que um gestor, Tato tornou-se o símbolo de um "Índio Guerreiro" que não se entrega, levando o clube da Fronteira a uma histórica terceira fase de Copa do Brasil e garantindo a permanência na elite do Gauchão sob um sol de esperança e desabafos. A trajetória de Tato e sua diretoria neste ano foi uma montanha-russa de emoções. Da eliminação imposta ao Caxias em pleno Estádio Centenário à angústia do quadrangular da morte, o presidente viveu cada minuto com o coração na ponta da chuteira. Após o empate em 1 a 1 com o Avenida, que selou a vaga na Série A de 2027, Tato não conteve o alívio. "Graças a Deus estamos livre desse inferno e desse desgaste de jogar uma divisão de acesso. Na finaleira agora a gente deixou de ser aquele time que não tinha conseguido performar e demos a volta por cima. Não foi fácil e não é fácil fazer futebol. Primeiro tem que amar muito o que tu faz, e aqui tem três caras que amam muito o Guarany." A cicatriz do jogo contra o Grêmio Mas para chegar ao êxtase, Tato precisou engolir seco momentos de profunda dor. O dirigente relembrou, com mágoa ainda latente, o episódio da queda de luz no Estádio Estrela D’Alva minutos antes do jogo contra o Grêmio, transmitido para todo o estado em tv aberta. Na época, as críticas foram impiedosas, e a gestão foi colocada em xeque. "Não existe pessoas como nós no futebol, de ser julgado, massacrado, principalmente naquele jogo contra o Grêmio. Fomos chineliados . Eu disse que ia esperar passar tudo para falar. Não merecemos o que falaram de nós. Aqui ninguém é molequ e", disparou, defendendo a honra de quem trabalha no dia a dia do interior. O "Momento Tato": a explosão contra os secadores Se dentro de campo o Guarany é conhecido pela garra, fora dele, Tato Moreira é conhecido pela "corneta" afiada e pela sinceridade visceral. Ao encerrar sua entrevista coletiva, o tom solene deu lugar ao dirigente torcedor, aquele que sofreu com as previsões de rebaixamento. Em um momento que já viralizou nas redes sociais, Tato mandou um recado direto aos críticos: "Quando tu compra um pacote de TV você tem desconto. Aproveite o desconto do Premiere no ano que vem. Seus secadores... ahhhhhh, car$%#, vão se fu%@!" A frase, embora polêmica, resume o espírito de um dirigente que não se esconde. Tato Moreira representa o futebol raiz, onde a paixão transborda e o resultado em campo é a única resposta que importa. Para o torcedor alvirrubro, ele é o escudo que protege o clube; para o futebol gaúcho, é a prova viva de que o interior ainda pulsa com verdade e valentia.

  • O segredo do Índio: Gelson Conte revela gestão humanizada na arrancada do Guarany para salvar o time

    Foto: Sérgio Galvani/Guarany A permanência do Guarany de Bagé  na elite do futebol gaúcho não foi conquistada apenas com estratégia tática, mas com "olho no olho". Após o empate em 1 a 1  contra o Avenida, que carimbou o passaporte do clube para a Série A de 2027, o técnico Gelson Conte  abriu o jogo sobre os bastidores da reação meteórica da equipe. Em meio à euforia pela vaga garantida e pela classificação histórica na Copa do Brasil, o comandante destacou que o diferencial foi entender o lado humano de um elenco que, até pouco tempo, convivia com a pressão do rebaixamento. O "corpo a corpo" com os atletas Diferente da postura rígida que muitos treinadores adotam em momentos de crise, Gelson Conte optou pela escuta. O técnico revelou que realizou um trabalho minucioso de conversas individuais para mapear o estado emocional, tático e físico de cada peça do grupo. "Quando eu cheguei não precisei engrossar no vestiário, quando é preciso eu faço. O grupo precisava de carinho, olho no olho. Conversei em particular com cada um. Os atletas são seres humanos e eles abriram o coração . Quando faço a gestão de grupo, falo o nome dos atletas; o jogador se sente valorizado ao saber que reconhecemos sua qualidade", detalhou Conte. Escalação baseada no diálogo Segundo o treinador, essa proximidade permitiu que ele "escalasse certo" ao extrair o máximo de cada jogador em suas posições de conforto. Ele citou exemplos de superação, como a recuperação de Welder , o crescimento ofensivo de Murilo  e a importância de Adailson  e Tony Júnior . Para Gelson, o ponto de virada emocional foi a vitória de 3 a 2 sobre o Inter SM: "Ali eles entenderam a linha de trabalho. O trabalho coletivo foi inteligente". Desgaste físico e foco na direção Apesar de admitir que a atuação contra o Avenida não foi plasticamente bonita, o técnico justificou a queda de rendimento pelo esforço hercúleo feito contra o Caxias, na Copa do Brasil. Ele também fez questão de dividir os méritos com a cúpula alvirrubra. "A direção está de parabéns. Eles concentraram dois dias, estão há 20 anos na casa e as coisas vêm junto. Me preocupou a queda hoje, mas tem um motivo: eles correram muito contra o Caxias", concluiu o comandante, agora eternizado como o arquiteto da salvação do Índio Guerreiro.

  • Xavante inicia "Era SAF": Brasil de Pelotas abre pré-temporada com elenco em formação

    Foto: Brasil/Divulgação O Estádio Bento Freitas será o palco do pontapé inicial de um novo capítulo na história do Brasil de Pelotas . Nesta segunda-feira (02/03), o clube dá início à pré-temporada visando a Série D do Brasileirão , marcando o primeiro grande passo sob a gestão da SAF , comandada por Emerson Rosa. Após o título da Copa FGF sob a batuta de Gilson Maciel, a expectativa é de que o fôlego financeiro da nova estrutura impulsione o time no cenário nacional. Entretanto, o clima de novidade vem acompanhado de desafios logísticos. Conforme apurado pelo Jornal A Hora do Sul , o grupo que se reapresenta na Arena Marini  será enxuto: cerca de 14 atletas  são esperados. O processo de transição burocrática entre a "Associação Brasil" e a "Sociedade Anônima do Futebol" tem sido um entrave para a oficialização de novos nomes, mantendo alguns anúncios em compasso de espera. Baixas no elenco campeão Se a SAF traz esperança, o mercado impõe perdas. Peças fundamentais do título da "Copinha" não estarão no Bento Freitas: Felipe Camargo:  O pilar defensivo, que tinha permanência encaminhada, fechou com o Manauara. Tiego:  O goleiro está no Floresta, e a realidade salarial atual do Xavante impediu a concorrência pelo atleta. Patrickão:  O centroavante segue no Ceilândia (DF). Murilo:  O meia, um dos destaques do time, tem compromisso com o Guarany de Bagé e atrai interesse de outros clubes. O "Novo" Brasil que se desenha A diretoria trabalha para preencher as lacunas, focando especialmente em um goleiro experiente  que conheça os atalhos da Série D. Entre as novidades e retornos, alguns nomes já estão no radar ou acertados: Retornam:  Yuri e Otávio voltam após passagens por Avenida e Inter SM, respectivamente.. O zagueiro Rael , o volante Thiago Henrique  e o meia-atacante Guilherme Costa  integram o planejamento. Reforços programados:  O meia Alan  (atualmente no Naviraiense-MS) chega na segunda quinzena de março. Já o zagueiro Vitor Becker  segue no clube, mas foca na recuperação de lesão. O desafio de Gilson Maciel será moldar essa nova identidade enquanto o clube se ajusta administrativamente. A Série D não permite erros, e o Brasil corre contra o tempo para encorpar o elenco antes da estreia. A competição deve iniciar em abril.

  • "A culpa é dos jogadores. Tivemos três comissões e não adiantou", desabafa atacante do Inter SM após rebaixamento

    Foto: Reprodução/GZH/Youtube A dor do rebaixamento do Inter de Santa Maria  ganhou contornos dramáticos nas palavras de um de seus jogadores mais identificados com o clube. O atacante Jarro , remanescente da campanha vitoriosa do acesso em 2025, não buscou muletas ou justificativas externas após o empate em 1 a 1 com o Monsoon, que selou o destino alvirrubro. Em um depoimento carregado de autocrítica, o atleta chamou para si e para os companheiros a responsabilidade integral pelo descenso. "Perdão por a gente não conseguir o objetivo. Sentimento ruim, cara. Eu que estou aqui há bastante tempo, ajudei a subir esse time. E hoje também sou um dos principais que ajudam a fundar o time. É triste. Nossa torcida, nossa direção, tudo que vem fazendo por nós não merece tudo isso", desabafou o jogador em entrevista ao repórter Rogério Giaretta Júnior em GZH. Responsabilidade exclusiva do elenco Questionado se o estado do gramado do Estádio Presidente Vargas — alvo constante de críticas de adversários — teria prejudicado o estilo de jogo proposto no início do campeonato pelo ex-técnico Bruno Coutinho, Jarro foi categórico ao rejeitar o argumento. Para ele, o problema não foi o campo, nem a troca constante de comando técnico. "Cara, acredito que não. A culpa é dos jogadores. Tivemos três comissões e não adiantou. Não adianta a gente botar a culpa no campo, botar a culpa em algum treinador. Porque quem corre dentro de campo é a gente. Então a gente tem que ser homem e assumir que nós que baixamos o clube", afirmou. Momento de silêncio e reflexão Sem meias palavras, o atacante rechaçou qualquer tentativa de suavizar o impacto da queda perante a comunidade de Santa Maria. O tom foi de "mea culpa" absoluto e um pedido para que o elenco reconheça o tamanho do fracasso esportivo diante de uma cidade que esperou 14 anos para ver o clube na elite. "Não adianta eu estar aqui falando palavras bonitas para tentar amenizar as coisas. A gente que deixou o clube nessa condição e é de entristecer, é de criar vergonha na cara, é de ficar quietinho, não falar nada e refletir. Só isso", concluiu o atacante.

  • "Perdemos para nós mesmos", desabafa Chiquinho após rebaixamento do Inter SM

    Foto: Renata Medina/Inter SM O silêncio na Baixada só não foi maior que o peso das palavras do ídolo Chiquinho . Coube ao agora técnico interino a dura missão de explicar a queda do Inter de Santa Maria , após 14 anos de espera para voltar à elite. O time se despediu do Gauchão com uma rodada de antecedência após o empate em 1 a 1 com o Monsoon . Sem a presença do presidente Pedro Della Pasqua, suspenso pelo TJD, o comandante alvirrubro não fugiu da responsabilidade e fez um diagnóstico doloroso da queda. Para Chiquinho, o descenso não foi fruto apenas do mérito dos adversários, mas de falhas internas que se tornaram crônicas ao longo da temporada. "É um momento difícil de estar aqui. Infelizmente, nós perdemos para nós mesmos . Uma situação que foi recorrente durante a temporada, onde perdemos muitos gols. Isso acaba prejudicando as vitórias que sempre buscamos. Pedimos desculpas ao torcedor", lamentou o treinador. O peso do planejamento e a "falta de personalidade" O comandante também refletiu sobre a montagem do elenco. O Inter SM optou por manter a base que conquistou o acesso em 2025, acreditando na identificação dos atletas com o clube. No entanto, o que funcionou na Divisão de Acesso não foi suficiente para a Série A. Chiquinho admitiu que erros de planejamento, que antes eram "mascarados" pelas vitórias, ficaram expostos com o fracasso atual. "Cometemos erros também no planejamento, na montagem do elenco. Neste ano, procuramos manter grande parte do grupo, entendendo que eram atletas identificados. Mas o detalhe, infelizmente, foi contra nós mesmos mais uma vez. Não vamos trazer justificativa. Todos nós temos culpa", afirmou categoricamente. Eficiência: o calcanhar de Aquiles Questionado sobre o desempenho técnico no quadrangular final, onde o time teve chances de somar pontos cruciais, Chiquinho apontou a falta de maturidade e eficiência no terço final do campo como o golpe de misericórdia nas pretensões do clube. "De repente, em certos momentos, faltou personalidade, assumir responsabilidades individuais de concluir com mais eficiência. Em todos os jogos nós construímos, em alguns saímos na frente, mas, principalmente nesse quadrangular final, nós demos resultados para os adversários", analisou. Com o rebaixamento selado, o Inter SM agora entra em um período de reflexão profunda. O clube terá de repensar toda a sua estrutura de futebol para que o retorno à elite não demore mais uma década e meia para acontecer.

  • ÍNDIO GUERREIRO: Em semana histórica, Guarany garante permanência antecipada no Gauchão

    Foto: Diego Oyarzábal/Guarany FC O torcedor alvirrubro vive dias de puro êxtase que ficarão marcados na memória de Bagé. Após a classificação heroica para a terceira fase da Copa do Brasil no meio da semana, o Guarany  voltou a campo neste sábado para selar o seu destino no futebol gaúcho. Com o empate em 1 a 1  diante do Avenida, no Estádio Estrela D’Alva, o "Índio Guerreiro" atingiu os oito pontos e garantiu, matematicamente, a sua permanência na Série A do Gauchão em 2027 . O clima de celebração tomou conta das arquibancadas desde o apito inicial. Embalado pela excelente fase, o time da casa abriu o placar ainda no primeiro tempo com Tony Júnior , incendiando a torcida que compareceu em peso. Na etapa final, o Avenida chegou ao empate com Wellisson, mas o placar de igualdade foi recebido com gritos de alívio e comemoração. Isso porque, com o empate paralelo entre Monsoon e Inter SM, o Guarany não pode mais ser alcançado pelos times da zona de rebaixamento. A Reação Meteórica de Gelson Conte A manutenção da vaga na elite é o coroamento de um trabalho de recuperação impressionante. Sob o comando do técnico Gelson Conte , o Guarany apresentou uma reação meteórica no quadrangular da permanência. O treinador conseguiu ajustar o sistema defensivo e dar confiança ao ataque, transformando uma situação de risco em uma campanha sólida e invicta nesta fase decisiva. O time vem de duas vitórias seguidas no Gauchão e um empate em casa. Além disso, teve a classificação em cima do Caxias na Copa do Brasil com uma vitória no Estádio Centenário por 1 a 0.

  • O sonho durou pouco: após 14 anos de espera, Inter SM amarga o retorno precoce à Divisão de Acesso

    Foto: Renata Medina/Inter SM A tarde de sábado no Estádio Presidente Vargas não foi apenas melancólica; foi o capítulo final de uma frustração profunda para o torcedor do Inter de Santa Maria . Foram 14 longos anos  de angústia e luta nos gramados da "Segundona" até o tão sonhado acesso em 2025, mas a alegria de estar na elite durou apenas uma temporada. O empate em 1 a 1  contra o Monsoon, aliado aos resultados da rodada, decretou o rebaixamento matemático do Alvirrubro com uma rodada de antecedência. O peso da responsabilidade e o medo da queda paralisaram o time na primeira etapa. Em campo, o futebol foi pobre, marcado pelo nervosismo e por uma sucessão de erros de passes e cruzamentos. Nem mesmo a mística da Baixada ou a presença do ídolo Chiquinho  — que aceitou o sacrifício de deixar o cargo de executivo para assumir o comando técnico em uma missão desesperada — foram capazes de dar lucidez ao grupo. O Inter SM tentava em bolas paradas e investidas isoladas de Otávio, mas o que se via era uma equipe sem forças para se impor em sua própria casa. O duro golpe veio logo no início do segundo tempo, quando Fabinho abriu o placar para o Monsoon aos 11 minutos. O silêncio que tomou conta do estádio só foi interrompido pela demora do VAR, que validou o gol e pareceu arrancar um pedaço da esperança de cada torcedor presente. Matheus Santana ainda deu um último sopro de vida ao empatar a partida aos 26 minutos, convertendo uma bola parada que fez a Baixada pulsar uma última vez. Naquele momento, a torcida empurrou, o coração falou mais alto que a tática, mas o destino já parecia traçado. No fim o que se viu foi o retrato de uma temporada de falhas: uma pressão desordenada, bolas alçadas na área e uma trave que impediu o gol de empate. Ao apito final, a tristeza nas arquibancadas simbolizaram a dor de uma comunidade que esperou mais de uma década pelo topo e agora se vê obrigada a recomeçar.

  • A missão de Kardec: Juventude aposta na 'doutrina' de gols do novo camisa 9 para retornar à elite

    Foto: José Tramontin/athletico O Juventude  balançou o mercado da bola nesta sexta-feira (27) ao confirmar a chegada de um nome de peso para o seu setor ofensivo. O centroavante Alan Kardec , de 37 anos, é o novo reforço do Papo para a sequência da temporada 2026. O jogador chega com contrato definitivo até o final do ano e carrega a missão de ser a referência de área no esquema de Mauricio Barbieri . A contratação tem o "dedo" do treinador, já que ambos trabalharam juntos no Athletico-PR em 2025. Kardec é esperado em Caxias do Sul neste fim de semana para realizar exames médicos e assinar o vínculo oficial. Um currículo repleto de títulos e gols Revelado pelo Vasco , Alan Kardec construiu uma carreira sólida com passagens por gigantes do futebol brasileiro e europeu. O atacante traz na bagagem a experiência de quem já vestiu camisas pesadas e conquistou títulos por onde passou: No Brasil:  Acumula passagens marcantes por Vasco, Internacional, Santos, Palmeiras, São Paulo e Atlético Mineiro . Recentemente, foi peça importante no Athletico-PR . Na Europa:  Defendeu o Benfica , de Portugal, onde foi campeão nacional e da Taça da Liga. No Exterior:  Viveu um ciclo prolífico de seis temporadas na China , defendendo o Chongqing Dangdai e o Shenzhen. Seleção Brasileira:  Foi campeão Sul-Americano Sub-20 e disputou o Mundial da categoria em 2009. Pronto para a "decisão" na Copa do Brasil A chegada de Kardec acontece em um momento estratégico. O atacante deve ser integrado ao elenco imediatamente para estar à disposição na estreia da Copa do Brasil , na próxima quinta-feira (05/03), contra o Guaporé (RO) , no Estádio Alfredo Jaconi.

  • Caxias anuncia os três primeiros reforços na reformulação do elenco

    Foto: Vitor Soccol/Caxias A promessa de "mudanças profundas" do presidente Roberto de Vargas começou a se materializar nesta sexta-feira (27). Menos de 48 horas após a queda na Copa do Brasil e a demissão da cúpula do futebol, o Caxias  oficializou a chegada de três novos jogadores para o grupo comandado por Marcelo Cabo. As contratações de João Lucas, Marcelo Freitas e Luis Miguel  dão o tom do novo perfil buscado pelo clube: atletas com rodagem em divisões nacionais e experiência em diferentes mercados. Todos já estão com o nome publicado no BID da CBF e iniciam os trabalhos na reapresentação de quarta-feira (04/03). Os novos rostos no Estádio Centenário :: João Lucas (Meia-atacante, 25 anos) O jovem meia chega por empréstimo junto ao Vila Nova . Com passagens por clubes como Figueirense, Ituano e Manaus, João Lucas é uma aposta para dar mais criatividade e velocidade ao setor ofensivo, que foi alvo de críticas nas últimas eliminações. Seu vínculo com o Grená vai até o final da Série C. :: Marcelo Freitas (Meio-campista, 31 anos) O nome mais experiente do pacote. Marcelo Freitas chega emprestado pela Portuguesa  e traz no currículo uma vasta bagagem internacional, com longa passagem pelo futebol alemão (atuando em clubes como o Dynamo Dresden e Energie Cottbus), além de experiências em Portugal, Romênia e Emirados Árabes. No Brasil, defendeu Chapecoense e Londrina. É o jogador escolhido para dar cadência e liderança ao meio-campo. :: Luis Miguel (Atacante, 21 anos) Aposta vinda da Série A. O atacante pertence ao Vitória  e chega por empréstimo após disputar a elite do futebol brasileiro pelo Leão da Barra. Com passagens também por Botafogo-PB e Chapecoense, Luis Miguel reforça o setor de ataque com juventude e explosão física. Assim como os demais, assinou até o encerramento do Campeonato Brasileiro. Próximos Passos Com esses três anúncios, o Caxias inicia o cumprimento da meta de 10 reforços  estabelecida pela diretoria. A chegada dos atletas coincide com a entrada de Farnei  como novo Executivo de Futebol, que agora trabalha contra o relógio para preencher as vagas restantes no planejamento de reestruturação. A torcida aguarda agora a definição das saídas , já que a "depuração" do elenco deve ganhar força a partir da reapresentação da próxima semana, quando o novo executivo e Marcelo Cabo avaliarão quem do atual plantel será mantido para as disputas da Série C e da Copa Sul-Sudeste.

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