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CT, base e futebol profissional: Dono da SAF do Brasil, Emerson detalha os pilares da sua gestão

Foto: @gcosta.jpg/Brasil

O Estádio Bento Freitas foi palco de um marco histórico nesta semana. Pela primeira vez, Emerson Rosa, ex-capitão da Seleção Brasileira e agora dono da SAF do Brasil, concedeu entrevista coletiva. O encontro marcou o início oficial da primeira gestão de um clube tradicional do Rio Grande do Sul sob o modelo de Sociedade Anônima do Futebol.


Com um discurso equilibrado entre a emoção de voltar para casa e o pragmatismo de um gestor, Emerson detalhou como pretende reconstruir o clube e o que o torcedor pode esperar dessa nova fase.


1. Elenco e Comissão: Continuidade e Reforços


Um dos primeiros sinais da nova gestão foi a manutenção da comissão técnica campeã da Copa FGF com Gilson Maciel e Hélio Vieira de coordenador técnico, vista por Emerson como um passo estratégico para preservar o conhecimento já adquirido. No entanto, o gestor admitiu que o grupo ainda precisa de peças.

"Sabemos que o elenco está curto. Estamos lidando com desafios de jogadores, mas com os envolvidos vamos conseguir fazer um excelente trabalho. A manutenção da comissão foi um recado daquilo que já vimos e aprovamos", destacou.

2. O Perfil do Jogador: "Fome e Sede"


Para Emerson, o investimento não será pautado apenas em nomes badalados, mas no perfil comportamental. O objetivo é buscar atletas que compreendam a mística da "Baixada" e o peso da camisa xavante.


  • Foco em Identidade: Jogadores que entendam o significado da "aldeia".

  • Critério Rigoroso: Análise do comportamento dentro e fora de campo.

  • Exemplo Interno: Emerson citou o título recente da Copa FGF como prova de que organização e ambiente saudável podem superar orçamentos maiores.

"Acredito naquele jogador que vem com fome, com sede para crescer com o projeto. Tudo isso está na nossa cartilha", afirmou.

3. Patrimônio e Base: Investimento com "Pé no Chão"


Embora o desejo seja transformar o Brasil em um centro de excelência, Emerson pregou cautela. O plano inclui a criação de um Centro de Treinamentos (CT) e o fortalecimento das categorias de base, mas a prioridade imediata é o futebol profissional.

"Não vamos conseguir fazer todas as situações ao mesmo tempo. É um investimento que tem que ser bem calculado. A base é um dos pontos mais importantes, mas agora temos passos: primeiro a prioridade é a parte profissional", explicou o gestor.

4. Presença e Comprometimento


Mesmo residindo nos Estados Unidos, Emerson garantiu que sua gestão não será feita à distância. O compromisso assumido com o clube de sua cidade natal exige proximidade física e emocional.

"Estarei mais presente, isso para mim é minha vida. Abracei o projeto 100%. Tenho minha família nos EUA, mas entendo que tenho que estar junto nessa caminhada. Não é apenas um negócio, é um compromisso com o sonho de pessoas", pontuou.

O que esperar a curto prazo?


  • Aceleração nos processos: Surpreendeu a Emerson a velocidade com que o mercado e parceiros estão acreditando no novo ciclo.

  • Organização Financeira: Investimentos adequados à realidade atual do clube para permitir um crescimento sustentável.

  • Time Competitivo: Montagem de uma equipe que mantenha a intensidade histórica do Brasil de Pelotas.

 
 
 

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