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Brasil de Pelotas terá supervisor de futebol e estuda cargo de CEO na era SAF

Imagem: TV Xavante/Brasil

O processo de implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no Brasil avança para uma nova fase de estruturação administrativa. Com o objetivo de profissionalizar todos os setores do Estádio Bento Freitas, o consórcio investidor já definiu o retorno de um rosto conhecido para o dia a dia do vestiário e estuda a criação de um cargo de liderança executiva para consolidar o novo modelo de gestão.


Uma das novidades será a contratação de Fernando Cardoso como supervisor de futebol, conforme divulgou o Jornal A Hora do Sul. Natural de Pelotas e com uma história profundamente ligada ao Xavante — clube que defendeu como zagueiro entre 2013 e 2016, participando de ascensões históricas —, Cardoso traz o equilíbrio entre a identificação com a torcida e a experiência de mercado. Além de ter atuado por quase uma década no futebol de Portugal, o ex-defensor já exerceu a função de gerente de futebol no próprio Brasil em 2019, o que deve acelerar sua adaptação no clube.


No entanto, a grande mudança estrutural pode vir através da figura de um CEO (Chief Executive Officer). Em entrevista à TV Xavante, Fernando Ferreira, integrante do consórcio investidor, explicou que, embora os investidores estejam atualmente imersos no comando direto dos processos, o planejamento prevê uma transição para uma gestão executiva local e altamente qualificada.


"O modelo agora de gestão vai ser um modelo muito próximo. A questão de nós não estarmos aqui no dia a dia, veja, são reuniões constantes para tratar do Xavante o tempo todo. É óbvio que no futuro o clube sim terá uma referência aqui internamente. Mas, nesse momento, nós estaremos assim à frente, inseridos, comandando, muito em cima do processo como um todo. Mas vamos, sim, no futuro, ter uma pessoa, talvez um CEO", revelou Ferreira.

O dirigente ressaltou que a escolha de um futuro CEO passará por uma análise criteriosa, uma vez que a SAF Xavante prioriza um formato de trabalho integrado. "O nosso modelo de gestão é um modelo participativo. A gente confia nas pessoas que estão aqui para trabalhar junto com a gente. Os nossos profissionais são pessoas qualificadas. O que a gente quer é dar condições de trabalho para esses profissionais que estão aqui, e para os outros que venham, para a gente poder chegar e atingir o objetivo juntos", complementou o investidor.


Com a chegada de Fernando Cardoso na supervisão e a análise para um cargo de CEO, o Brasil de Pelotas sinaliza ao mercado que a era SAF não se limitará apenas ao aporte financeiro no elenco, mas sim a uma reforma profunda na governança do clube.

 
 
 
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