Clube do Gauchão projeta camisa com mil patrocinadores para a temporada de 2027

Em entrevista ao programa Concentração, da Rádio Guaíba, o presidente do Monsoon FC, Vitor Hugo, detalhou um projeto inovador do clube para a disputa do Campeonato Gaúcho de 2027. Entre as principais ações de marketing e captação, o dirigente revelou a meta de comercializar mil espaços de patrocínio na camisa oficial do time.
A iniciativa busca democratizar o acesso de torcedores e pequenas empresas ao uniforme do clube, criando uma rede pulverizada de apoio financeiro.
"O futebol está respirando por aparelhos. O mercado não consegue mais ampliar com patrocínios individuais de R$ 100 mil ou R$ 150 mil. Esse projeto ajuda quem tem um caixa menor e quer apoiar com mídia. A gente vai colocar mil patrocinadores na camiseta, no mesmo estilo do que o Corinthians fez com os rostos dos torcedores e também um clube do Peru. Nós nos baseamos na camisa do Corinthians. Vamos lançar a campanha 'Patrocinador Mil'. O participante vai poder colocar a foto da pessoa, a logo da empresa, o nome ou até a foto do cachorro. Serão mil quadradinhos por um valor irrisório. Ninguém vai botar R$ 40 mil por mês hoje. Temos que tentar e arriscar", explicou Vitor Hugo.
Educação financeira e suporte aos clubes gaúchos
Paralelamente à ação da camisa, o Monsoon trabalha em conjunto com o economista Guilherme Lederhos para estruturar financeiramente o clube e criar um modelo replicável para o futebol do interior.
"Comecei a conversar com os clubes. É um projeto simples e totalmente escalável. O primeiro para quem ofertei foi o Inter-SM, depois conversei com o Vitor no Monsoon, e agora diversos clubes estão abrindo portas. A ideia inicial é promover a educação financeira dentro dos clubes. Vamos atuar como um escritório com o intuito de alavancar a situação financeira para nos tornarmos um patrocinador máster do clube. Muitas vezes, um patrocinador sai pelo fato de o clube ser rebaixado; a nossa ideia é ter um patrocinador fiel, que continue apoiando mesmo nos momentos difíceis", destacou Guilherme Lederhos.





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