Emerson da Rosa não descarta colocar gramado sintético no Estádio Bento Freitas e explica a situação atual
- Peleia FC
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Foto: Gabriel Costa/Brasil
O Brasil pode estar muito próximo de passar por uma profunda transformação em sua infraestrutura esportiva. Em entrevista concedida à TV Xavante, o ex-jogador Emerson da Rosa, atual gestor e investidor da SAF do clube, revelou que o clube estuda com muita atenção a possibilidade de instalar um gramado sintético no Estádio Bento Freitas. O campo, que há anos sofre com o desgaste e com as severas condições climáticas do inverno na Região Sul, tornou-se uma das prioridades de modernização da nova gestão.
De acordo com o dirigente, a melhora na qualidade do gramado é tratada como um pilar essencial para elevar o patamar técnico da equipe e dar condições de competitividade aos atletas. Com as competições do calendário de 2026 em pleno andamento, as intervenções de grande porte devem ocorrer nas próximas janelas de paralisação do futebol nacional.
A Diferença Estrutural e a Comparação com Santa Catarina
Ao analisar o cenário atual, Emerson da Rosa apontou que estados vizinhos conseguiram avançar mais rapidamente no quesito infraestrutura esportiva, o que acaba impactando a qualidade dos espetáculos e a atratividade do campeonato:
"Estamos trabalhando forte nisso. É uma das prioridades aqui. Entendemos que, se queremos ser referência, precisamos ter um campo em que — quando tivermos a possibilidade de jogar em casa — possamos propor o jogo e ser uma força. Isso pesa até pela qualidade das nossas competições. Santa Catarina hoje está na frente do nosso estado neste ponto. Não conseguimos fazer nada agora devido às competições e jogos em andamento. Na parada do calendário, temos projetos para termos um gramado que seja referência."
Inverno e a Integração com as Categorias de Base
Emerson revelou que o clube está fazendo diversos orçamentos sobre o gramado para tomar uma decisão no futuro. Além da questão climática do inverno, o gramado sintético seria ideal para a demanda de jogos, pois o clube deve jogar com as categorias de base no Bento Freitas nas mais diversas divisões que são projetadas pelo clube.
"A grama sintética é uma alternativa sim, principalmente dentro do que a gente vive. Estamos em um estado em que o inverno nos cobra muito. É difícil manter um campo de grama natural de boa qualidade no inverno. Se temos o objetivo de disputar várias competições, é algo em que temos de pensar. Não é só o profissional. Envolve o sub-20, sub-17 e, amanhã ou depois, o sub-15. Pretendemos dar aos nossos atletas a oportunidade de jogar no nosso estádio, mas não tem como com o campo que temos hoje. Não há nada assinado ainda; estamos nos bastidores fazendo alguns orçamentos para ver qual é a melhor opção para termos um campo praticável nesse período crítico."
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