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"Precisávamos de 3,5 milhões para fazer o campeonato e arrecadamos dois", revela presidente do Inter SM

Foto: Renata Medina/Inter SM

Apesar do amargo rebaixamento, a passagem do Inter de Santa Maria pela primeira divisão do Gauchão deixou um legado estrutural significativo para o Estádio Presidente Vargas, que não recebia intervenções desse porte há 14 anos. As melhorias incluíram a troca do gramado, a duplicação do sistema de iluminação, reformas nos vestiários, instalação de sala para o VAR e novas casamatas.


No entanto, o sucesso estrutural não se refletiu no desempenho técnico, com o elenco ficando abaixo do nível competitivo necessário para a elite. Em entrevista à Rádio Imembuí, o presidente Pedro Della Pasqua apontou a escassez de recursos como o principal motivo para a montagem de um grupo limitado:

"O nosso elenco ficou um pouco aquém da necessidade da primeira divisão. Justamente por falta de recursos. Esses recursos que a gente teve penhorados. Recursos que a gente teve nas obras. E a falta de apoio das empresas da cidade. Isso que eu quero deixar claro. Patrocínios. A gente precisa de patrocínios. A gente precisa de três milhões, três milhões e meio para fazer um campeonato. A gente arrecadou cerca de dois. E aí o resto vem da onde, entendeu?"

A saúde financeira do clube foi severamente impactada pelo bloqueio de R$ 900 mil de sua cota de TV, realizado pela justiça diretamente na Federação Gaúcha de Futebol para o pagamento de dívidas trabalhistas.


Della Pasqua explicou que, embora tenha quitado 34 processos, credores de ações com valores mais altos aguardaram o acesso do clube para garantir o recebimento integral da cota, recusando tentativas de parcelamento. Por outro lado, o dirigente ressaltou que, após esses pagamentos, o clube não possui mais dívidas pendentes.

 
 
 

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