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Pressão na baixada: Presidente do Inter SM banca técnico, fala de reforços e pede apoio da torcida

Foto: Renata Medina/Inter SM

O Internacional de Santa Maria vive seu momento mais dramático desde o retorno à elite do futebol gaúcho. Sem vitórias e com a marca negativa de não ter balançado as redes em cinco rodadas, a pressão sobre o técnico Bruno Coutinho tornou-se quase insustentável por parte da torcida. No entanto, em meio aos protestos, o presidente Pedro Dellapasqua veio a público para garantir a continuidade do trabalho. Em entrevista concedida à Rádio Imembuí, o mandatário demonstrou total convicção no projeto e na capacidade de reação do elenco para a última rodada da fase classificatória.


Para Dellapasqua, o diferencial para o confronto decisivo contra o Avenida será o tempo de preparação, algo escasso na rotina de viagens recentes. O presidente destacou a confiança no grupo de jogadores e no treinador:


"A gente sabe da nossa capacidade e do elenco que montou, tenho total convicção no trabalho do Bruno e também nos nossos atletas, então as nossas soluções estão ali. Alguns jogadores precisam melhorar para poder dar resposta e a gente está trabalhando alguns casos de forma individual e coletiva. Finalmente teremos uma semana cheia para treinar, o que pode ser um grande diferencial já que viemos de uma sequência desgastante de viagens. Essa semana é fundamental para alinhar conceitos e fazer um baita jogo no sábado", disse o presidente.


Além da parte técnica, o mandatário alvirrubro fez questão de reforçar que o vestiário segue fechado com a comissão técnica. Segundo ele, a responsabilidade pelo atual momento é compartilhada entre todos os setores do departamento de futebol:

"O Bruno tem o comando do elenco, caso contrário seria inevitável tirá-lo, mas temos um grupo unido desde o acesso e todos querem manter o status que conquistamos na cidade. Todos têm responsabilidade sobre esse momento, não é uma carga apenas sobre o Bruno, eu compartilho essa situação com ele e com toda a diretoria. O grupo conquistou o acesso junto e está focado em tirar o clube dessa condição atual, mantendo a união que sempre foi nossa marca", comentou mandatário alvirrubro.

OTIMISMO


A situação na tabela é crítica, com o clube ocupando a zona do "quadrangular da morte" com apenas dois pontos. Para evitar a disputa contra o rebaixamento, o Inter-SM precisa de uma combinação de resultados envolvendo Novo Hamburgo e Monsoon, mas o presidente mantém a fé em uma reviravolta histórica:

"A gente sabia que o campeonato seria difícil e não estamos satisfeitos com esse desempenho, especialmente com essa situação inusitada de não conseguir fazer gols. Construímos as jogadas, temos volume e bons jogadores na transição, mas a finalização não está acontecendo, por isso estamos reforçando isso nos treinos. A mensagem para o torcedor é que estamos vivos e a mágica pode acontecer no sábado, com nossa vitória e resultados paralelos que não são absurdos. É uma mensagem de esperança para que a torcida nos apoie até o fim."

REFORÇOS


Correndo contra o tempo, o Inter-SM também monitora o mercado, já que o prazo para inscrição de novos atletas se encerra nesta sexta-feira. A diretoria busca reposições urgentes para suprir as lacunas deixadas por lesões de peças fundamentais do esquema tático:


"O Mossoró está voltando e o Jarro talvez retorne no sábado, sendo que ambos são jogadores fundamentais que acabaram se lesionando e desfalcando o time. Perdemos o Juan, que vinha aparecendo muito bem, e o próprio Taironi ainda não conseguiu jogar, por isso precisamos de reposições imediatas", disse Pedro Dellapasqua.

 
 
 

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