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Santo Ângelo busca apoio do Poder Público para seguir o trabalho com as categorias de base

Foto: Santo Ângelo/Divulgação

O futuro do futebol nas Missões ganhou um capítulo decisivo na última quarta-feira (25/02). A diretoria do Santo Ângelo liderada pelo presidente Cláudio Somavilla, reuniu-se com a cúpula do governo municipal para pleitear suporte oficial ao projeto das categorias de base, que hoje já atende quase 100 adolescentes da região.


Recebidos pelo prefeito interino Carlos Gonçalves e pelos vereadores Jonatas Dutra Toledo e Vilson Rocha, os dirigentes apresentaram a estrutura atual das escolinhas e das categorias Sub-15 e Sub-17. O objetivo central é transformar o clube em um polo formador, mas, para isso, o "custo do sonho" exige parcerias sólidas.


A conta do futebol: custos além das quatro linhas


O Santo Ângelo detalhou as despesas mensais que garantem o time. Manter uma estrutura profissional para jovens envolve:


  • Logística: Despesas de viagem para competições estaduais.

  • Infraestrutura: Manutenção do estádio, contas de água e luz.

  • Profissionalização: Serviços jurídicos, contabilidade e funcionários.


Futebol como ferramenta social


Para Cláudio Somavilla e Jorge Ribeiro (vice-presidente), o investimento público no clube ultrapassa o resultado no placar. O argumento levado ao gabinete é de que o esporte é um braço da saúde e da educação, formando "grandes homens" antes mesmo de formar atletas profissionais.

"O esporte é sinônimo de vida, saúde e futuro para os jovens, formando não apenas grandes atletas, mas também grandes homens", declarou o clube.

 
 
 
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