Vice do JU rebate "cornetas" do rival e classifica atuação no Ca-Ju: "beirou o ridículo"
- Peleia FC
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Foto: TV Papo/Reprodução
A temperatura do clássico Ca-Ju segue elevada nos bastidores. Após as declarações provocativas do presidente do Caxias, Roberto De Vargas — que ironizou o público visitante e a qualidade do time alviverde —, o vice-presidente do Juventude, Luis Carlos Bianchi, veio a público para responder aos ataques e avaliar o momento do clube.
Bianchi optou por não prolongar a polêmica sobre o tamanho das torcidas, sugerindo que os dados históricos falam por si. "Não devia estar aqui dando explicação para o presidente deles, né? Eu sei que ele falou também da nossa torcida e eu não costumo brigar com os números. Você pega a média de público dos últimos cinco, 10 anos e você vai ver quem tem torcida em Caxias do Sul e quem não tem. Então, eu não vou entrar muito nessa questão", rebateu o dirigente.
Prioridades e Crítica Interna
Sobre a utilização de uma equipe alternativa, que Vargas chegou a comparar a um time "Sub-17", Bianchi foi enfático ao afirmar que a estratégia foi planejada devido ao calendário.
"A questão do time que botamos em campo também é nossa, foi discutida internamente com a comissão técnica, com a diretoria, e a gente elencou prioridades para a sequência da temporada. E a Copa Sul-Sudeste absolutamente não é prioridade para nós", esclareceu o vice jaconero.
Contudo, se por um lado o dirigente defendeu o planejamento, por outro não poupou críticas ao desempenho técnico dos jogadores que estiveram no Centenário. A derrota por 1 a 0 ligou um sinal de alerta sobre a profundidade do elenco para as competições nacionais.
"O clássico Ca-Ju é um jogo diferente, a gente tentou tratar ele de uma forma diferente. Infelizmente, independente do time que foi escalado, o que o time produziu hoje beira o ridículo. A gente não conseguiu nada no jogo inteiro. Isso preocupa porque colocamos em campo atletas que são reservas imediatos, e fica uma dúvida se eles vão poder dar conta do recado quando precisarmos deles com os titulares", avaliou Bianchi em tom de forte cobrança.
