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  • SindiRádio esclarece que "radinhos de pilha" não estão proibidos nos estádios

    O SindiRádio (Sindicato das Empresas de Rádio e TV do RS), entidade que representa os radiodifusores gaúchos, esclareceu em nota ao público, as regras acerca do acesso de torcedores portando rádios portáteis nos estádios da dupla Gre-Nal (Beira-Rio e Arena do Grêmio). Na partida entre Internacional e River Plate, na noite da última quarta-feira (3), torcedores relataram nas redes sociais situações em que foram proibidos de acessar o local com o famoso “radinho de pilha”. Em contato com ambos os estádios, o SindiRádio apurou que não há qualquer restrição sobre a prática, podendo o torcedor circular livremente com o objeto. O que ocorreu durante o jogo foi um provável ruído na comunicação entre os profissionais de segurança, ocasionando a confusão. “Para nós, é preocupante que seja considerada qualquer forma de coibir os ouvintes de acompanhar as jornadas esportivas do time do coração na emissora de sua preferência. É um hábito clássico e admirável, demonstra toda a relação de proximidade do público com as emissoras de rádio. Além disso, o rádio é um dos meios mais democráticos de transmitir notícias, já que através dele as pessoas têm informações de qualidade gratuitamente.Não há qualquer proibição prevista em regulamento. Torcedores e radiodifusores podem ficar tranquilos quanto a isso”, explica a presidente do SindiRádio, Christina Gadret. O presidente da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (ACEG), Alex Bagé, também apurou o caso junto ao SindiRádio e falou sobre a situação. “A ACEG, que trabalha diretamente com os profissionais de rádio, é parceira do Sindicato na intenção de esclarecer os fatos e valorizar a categoria. Por isso, automaticamente nos preocupou essa informação da restrição. No próprio regulamento da competição [Libertadores], elaborado pela Conmebol, não há proibição alguma neste sentido. Rádio é sinônimo de futebol”, completa. Foto: Tiago Nune/Peleia FC

  • Série C começa na segunda-feira no Passo D'areia

    O Gauchão já é coisa do passado no Passo d'Areia. O foco total agora está no Brasileirão Série C, e a apresentação do grupo de jogadores para o início da preparação está marcada para a próxima segunda-feira, dia 8. Até lá, ninguém fica parado. Enquanto o departamento de futebol se movimenta no reforço e reestruturação do grupo, o pessoal da retaguarda também já está atento. Nesta quarta, a bola oficialda Série C chegou ao Passo. "Neste Gauchão, observamos que temos um grupo de jogadores de qualidade, que precisa de peças pontuais. É atrás delas que vamos. Planejamos entre três e quatro reforços neste primeiro momento para encararmos a Série C", diz o vice-presidente de futebol, Milton Machado. A intenção da direção é de que estes reforços já se apresentem na segunda-feira.  A estreia do Zeca na Série C acontece no dia 27 ou 28 de abril, em Tombos, no interior de Minas Gerais, diante da Tombense. Na primeira fase da competição, serão 18 rodadas. Os dez clubes do grupo enfrentam-se em turno e returno. Foto: Camila Domingues/Palácio/Piratini/Divulgação

  • Glória segue se reforçando

    O time de Vacaria não parou de anunciar reforços para a reta final da Divisão de Acesso. Neste sábado o clube confirmou mais um nome e como diz o povo, o bom filho a casa torna. Germano é o novo reforço do leão. O jogador volta a Vacaria depois do Acesso 2015. O atleta estava disputando o Gauchão série A pela equipe do Pelotas. Foto: Lenita Maraschin/Glória

  • Guarany de Bagé vence fora de casa

    Guarany entrou em campo na tarde chuvosa de sábado para enfrentar, na segunda rodada da Terceirona o Novo Horizonte. Em jogo muito truncado na primeira metade, poucas chances de gol para as equipes. O Guarany assustou com Kevin em chute que passou perto do gol do time de Esteio. No segundo tempo o técnico Vanderson Pereira promoveu algumas alterações. A partir daí o volume de jogo do Alvirrubro cresceu. Nos primeiros movimentos da etapa final, Maykson chutou bola na trave quase abrindo o placar. O gol veio a partir de um escanteio quando a zaga adversária afastou para fora da área onde estava Andrei, que pegou na veia e mandou a bola na gaveta sem chances para o goleiro. 1 a 0. O Guarany seguiu em cima e por pouco não ampliou em cabeçada, numa grande defesa do goleiro do Novo Horizonte. Bem postado na marcação, assim o jogo se encaminhou para o final, com mais uma vitória do Guarany, agora abrindo seis pontos na tabela de classificação, liderando a chave. O próximo encontro é sábado que vem, diante do Rio Grande, no estádio Arthur Lawson. Foto: Kauê Monteiro

  • Beira-Rio 50 anos! Nasce o Gigante à beira do Guaíba

    Registro algum, até o dia de hoje, foi capaz de determinar com exatidão o momento em que surgiu a ideia de erguer o Beira-Rio. No entanto, é possível afirmar que o pontapé inicial na história da construção do Gigante foi dado no dia 12 de setembro de 1956. Nesta data, o vereador Ephraim Pinheiro Cabral, que até então já havia presidido o Inter entre 1951 e 1952, apresentou na Câmara de Porto Alegre projeto para a doação de uma área de oito hectares para o Clube do Povo, visando à edificação de um novo estádio para o Colorado. Existia, contudo, um porém: o terreno ficava dentro do Rio Guaíba. Portanto, caso a proposição fosse aprovada, seria necessário aterrar a região antes de dar início às obras. O aterro começou a virar realidade com a chegada da Draga ‘Ster’, no final de 1957, fato comemorado por dirigentes colorados. O Clube do Povo se preparava agora para construir uma casa sem precedentes na região sul do país. Mesmo assim, houve momento em que as obras demoravam a engrenar, como testemunhou Edson Bergmann, comprador da primeira cadeira cativa do futuro Gigante, em 1961. À época, provocadores afirmavam que ele estava comprando, na verdade, uma Bóia Cativa. Apesar dos deboches, inclusive em charges nos jornais, foi também no início da década de 60 que bons ventos começaram a soprar na direção do aterro que surgia sobre o Guaíba. Organizou-se uma comissão de obras, presidida inicialmente por José Pinheiro Borda, português que desembarcou em Porto Alegre no ano de 1929, e logo se apaixonou pelo Inter. O grupo deu ritmo aos trabalhos no Gigante, conseguindo, junto à prefeitura, novas máquinas para agilizar os serviços. Ademais, também fez questão de apelar para a torcida, sabendo que não existia força maior para dar prosseguimento aos avanços na construção do estádio do que a mobilização da Maior e Melhor Torcida do Rio Grande. Campanhas por rádio conclamavam colorados e coloradas de todo o estado a doar materiais como tijolos, cimento e ferro. Neste sentido, visando a estimular o público, foi lançada a maquete do novo estádio no dia 6 de outubro de 1962. A partir da cerimônia, o terreno passou a conviver com um fluxo cada vez maior de operários, máquinas e materiais, transformando o antigo rio em um verdadeiro canteiro de obras. Os túneis começavam a surgir, sendo logo sucedidos pelas estruturas das arquibancadas. O ritmo intenso empolgava ainda mais a torcida, alavancando as vendas de títulos de arrecadação de fundos para a construção, que após totalizarem dois mil no primeiro ano de comercialização, rapidamente atingiram a casa dos 40 mil. O apoio era tamanho que, certa feita, em entrevista à Zero Hora, Borda admitiu não ter noção das dimensões do clube que dirigia, de tão grande que era. A euforia da torcida colorada não se resumia a uma simples expectativa pelo novo estádio. Além disto, esperava-se que, inaugurado o Gigante, os resultados dentro de campo voltassem a aparecer, visto que depois de conquistar treze títulos gaúchos em dezesseis anos, entre 1940 e 1955, o clube vinha amargando uma sequência negativa, tendo conquistado a taça do campeonato estadual apenas uma vez, em 1961. Cansados das derrotas do time nos Eucaliptos, os torcedores se dirigiam às obras da nova casa em busca de conforto. “A gente torcia por pedreiros” lembram os colorados e coloradas daquele tempo. Em uma infeliz ironia do destino, José Pinheiro Borda faleceu no dia 25 de abril, pouco tempo depois de conceder entrevista na qual declarara que, por não ser um grave pecador, pedia a Deus o “privilégio de ver construído o Gigante da Beira-Rio”. Sua perda foi sentida por toda a cidade, dando início a um movimento dentro da sociedade portoalegrense para que o Gigante que se erguia na margens do rio recebesse o nome do português. Em 1965, com a morte de José Pinheiro Borda, decidiu-se por dar ao estádio o nome do dirigente. Ao mesmo tempo, o apelido de Gigante da Beira-Rio, usado em larga escala ao longo dos treze anos de imbróglios e obras, não caiu no esquecimento, já estando consagrado dentro da população gaúcha. A torcida seguiu na figura de protagonista em 1967, quando o pedido por donativos foi intensificado. Neste sentido, destaca-se a Campanha do Tijolo, lançada no dia 26 de novembro, em partida entre Inter e Farroupilha, nos Eucaliptos. Na ocasião, além da presença dos jogadores do atual elenco, que entraram em campo com uma faixa conclamando à torcida a realizar doações, ídolos do clube, como Tesourinha e Carlitos, abraçaram fortemente o movimento. Um ano depois, o Gigante parecia pronto. Imponente, incorporando em sua arquitetura traços do Estádio Olímpico de Tóquio, e do Azteca, na Cidade do México, a nova casa colorada agora sediava um novo debate - desta vez, quanto ao nome. Gauchão, Eucaliptos, José Pinheiro Borda, Beira-Rio e Panorâmico apareciam como os mais cotados. Finalizada a maior parte da estrutura, restando apenas alguns acabamentos para a grande inauguração, tiveram início os testes no Gigante. Em março de 1968, por exemplo, o estádio recebeu a decisão do 10º Campeonato Gaúcho de Futebol de Praia, entre Cidreira e um selecionado dos outros times participantes do certame. Quinze mil pessoas prestigiaram o evento, que ainda contou com apresentação da Academia de Samba Praiana no intervalo. Definida a data de inauguração - um domingo de páscoa, dia 6 de abril -, foram realizados os últimos preparativos para garantir que a festa pudesse transcorrer perfeitamente, a exemplo dos seguidos ensaios realizados em março, que atestaram a eficiência daquele que surgia como o melhor sistema de refletores do país. Às vésperas da inauguração do Beira-Rio, restava ao Inter se despedir dos Eucaliptos, primeira casa colorada de fato, endereço de alguns dos maiores elencos da história vermelha, responsável por elevar o clube a um patamar de protagonismo nacional. Como não poderia deixar de ser, não era nada fácil para a torcida o rito de passagem de bastão da Silveiro para a beira do Guaíba. Ao mesmo tempo, porém, como já havia passado mais de uma década desde o início da construção do Gigante, a ideia do adeus ao histórico estádio parecia ter sido bem assimilada por grande parte dos colorados e coloradas. Assim, o que poderia ser um momento triste, foi na verdade uma grande festa, quando, no dia 26 de março, Inter e Rio Grande disputaram o amistoso que serviu de capítulo final na história do Estádio dos Eucaliptos. O resultado da partida, goleada de 4 a 1 para o Inter, serviu para lembrar a todos os presentes das acachapantes vitórias que Tesourinha e Carlitos, Bodinho e Larry, cada dupla ao seu tempo e com seus respectivos companheiros, impuseram aos rivais colorados ao longo das décadas de 40 e 50. O triunfo de 1969, inclusive, contou com a presença de Tesourinha, que atuou nos minutos finais de jogo. Os gols vermelhos foram marcados por Sérgio, Marciano, Gilson Porto e Valdomiro, camisa sete que viria a se consagrar como um dos maiores ídolos da história do Clube do Povo nos anos seguintes. O Gigante estava pronto para receber mais de 100 mil pessoas no domingo de 06 de abril. Para além da beleza, o Beira-Rio também chamava atenção pela modernidade de suas instalações. Eram 28 cabines de imprensa, quatro delas destinadas à TV, outras quatro à imprensa escrita, e as demais a emissoras de rádio. O acesso ao setor ocorria através de luxuosos elevadores, que também conduziam às tribunas, ou por meio de artísticas escadarias, exclusivas para os profissionais da mídia. Quanto às cabines, inclusive, salienta-se que o novo estádio colorado era o único no mundo a ter uma destas equipada com Telex, sistema que no dia da inauguração transmitiu informações para Londres e Lisboa. Imagens: Inter/Divulgação Fonte: Internacional/Site/Assessoria

  • Novidades no televisionamento da Série B do Brasileirão 2019

    Faltam exatas três semanas para o início do Campeonato Brasileiro Série B 2019, competição que dá acesso a elite do futebol brasileiro, que marcada para começar no dia 26 de abril (sexta-feira). Nesta sexta-feira (5), a Diretoria de Competições da CBF divulgou a tabela detalhada com as informações de datas, horários e locais das oito primeiras rodadas da competição, o período até a pausa para a disputa da Copa América do Brasil, que começa no dia 13 de junho. A novidade para 2019 são os jogos aos sábados às 11h. Assim como no Brasileirão Série A, em que os jogos das 11h de domingo mostraram-se sucesso de público, a Série B espera também trazer as famílias dos torcedores para os estádios. Das oito rodadas que já estão detalhadas, apenas na última não haverá confrontos neste novo horário. Assim como o horário de 20h na segunda-feira, conhecido como a "Segunda Campeã", que se fazem presente também na Série B. Eles começam a partir da primeira rodada e com grandes duelos: Botafogo-SP x Vitória-BA, no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP), no sábado às 11h, e Coritiba-PR x Ponte Preta-SP, no Couto Pereira, em Curitiba (PR), na segunda-feira, 20h. Outra novidade é que a Globo transmitirá dois jogos aos domingos, às 16h, nas primeiras oito rodadas. A partir da tabela básica, divulgada após o Conselho Técnico de clubes da Série B, a TV faz a escolha dos jogos a serem distribuídos nos dias e horários usuais da competição. Os jogos do Brasileirão poderão ser acompanhados pelas seguintes emissora: TV Globo, Canal SporTV e Premiere . O Brasil de Pelotas vai estrear contra o Bragantino, dia 26 de abril, sexta-feira, às 19h15, no Bento Freitas, com transmissão do Sportv e PFC. Confira AQUI a tabela detalhada Foto: Pedro Chaves/FCF

  • Para cumprir 66h de intervalo, dois jogos do Acesso são adiados

    A Federação Gaúcha de Futebol adiou dois jogos da penúltima rodada da Série A2 devido a transferência do jogo entre Inter SM e Farroupilha na última quinta-feira. Com o temporal que caiu em Santa Maria, o confronto terminou somente nesta sexta-feira com recomeço do jogo às 11h. O Inter SM venceu por 1 a 0 e rebaixou o time pelotense para a Terceirona. Para cumprir o intervalo de 66h entre os jogos, a entidade remarcou o jogo do Farroupilha contra o São Gabriel para segunda-feira, às 15h30, em Pelotas. Já o jogo entre Bagé e Inter SM ficou também para segunda-feira, às 20h. Curiosamente, a FGF tinha deixado o jogo do Inter para domingo, às 20h, mas após contato dos dirigentes de Santa Maria, a entidade se viu obrigada a cumprir o prazo de 66h entre os jogos e adiou o confronto como determina a legislação.

  • Farroupilha perde em Santa Maria e está rebaixado para Terceirona

    A tristeza bateu no estádio Nicolau Fico nesta sexta-feira. O Farroupilha jogou em Santa Maria todas as suas fichas para permanecer na Série A2, mas não conseguiu obter sucesso. No complemento da partida contra o Inter SM, o Fantasma do Fragata perdeu por 1 a 0, com gol de Matheus Magro. O jogo foi suspenso na quinta-feira e concluído nesta sexta-feira devido a chuva forte de caiu na cidade e também por um problema em uma torre de iluminação do estádio Presidente Vargas. A partida foi recomeçada aos 16 minutos do primeiro tempo. Com a derrota, o Farroupilha está matematicamente rebaixado para a Terceirona Gaúcha. O time da zona sul só pode chegar aos 13 pontos e o Inter SM tem 14 pontos com a vitória. Já o alvirrubro criou muitas chances de gol ao longo dos 90 minutos e o placar poderia ser maior, mas errou demais. Foto: Tiago Nunes/Peleia FC

  • Técnico Gelson Conte assume time de Santa Catarina

    Após fazer um grande Campeonato Gaúcho pelo Aimoré, o técnico Gelson Conte já tem um novo desafio na temporada 2019. Conte assume o comando do Juventus de Jaraguá do Sul, equipe que disputará nos próximos meses o Campeonato Catarinense Série B. Gelson retorna ao clube após boa passagem no ano de 2017. Experiente, Gelson acumula passagens por equipes tradicionais como São Luiz, Cerâmica, São Gabriel, Guarani VA e Aimoré. No clube leopoldense, conquistou a Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho em 2012, além de garantir o sétimo lugar no Gauchão 2019. A estreia do Juventus na competição está programada para o dia 2 de junho, contra o Camboriú, em casa. A equipe busca uma vaga no Campeonato Catariense na temporada 2020. Foto: Lucas Pavin/Agência Avante

  • Mais duas caras novas no Avenida

    O Avenida anunciou mais dois nomes para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. O primeiro deles é o meia-atacante Elias dos Santos Bueno. Aos 25 anos, natural de Ijuí, Elias tem passagens por São Luiz, Brasil de Pelotas, Figueirense, Joinville, CRB e Aimoré. "Primeiramente eu agradeço a diretoria e ao professor China por acreditarem no meu trabalho, estou muito feliz em estar aqui no Avenida. Meu objetivo é fazer história aqui e conseguir o tão sonhado acesso a série C", conta o jogador. O segundo nome é o Zagueiro Felipe Chaves. Aos 30 anos, com passagens por Brasiliense, Brasília, Vila Nova e recentemente defendeu o Pelotas, Felipe chega para somar no elenco Alviverde. "Já conheço o Avenida a algum tempo, sei que é um time grande e forte. Espero da melhor maneira poder contribuir para que possamos alcançar o objetivo de subir para a Série C do Brasileirão" declara o defensor. Foto: Avenida/Assessoria/Divulgação

  • São Paulo reintegra jogador que havia sido dispensado

    A direção do São Paulo de Rio Grande informou, em nota, que a partir de um pedido do grupo de atletas e da comissão técnica decidiu reconsiderar a decisão de desligar o jogador Matheus Ferreira do grupo que disputa a Divisão de Acesso. A direção considerou a retratação pública do atleta sobre um fato interno classificado como "grave falta cometida" pelo jogador. Foto: Divulgação/São Paulo

  • Sem liberação do estádio, estreia do Brasil-Far em casa na Terceirona é adiada

    O Brasil de Farroupilha informou os seus torcedores que a partida diante do Gaúcho de Passo Fundo, marcada inicialmente para este final de semana, será realizada somente no dia 16 de abril, às 20 horas. O motivo é que o Estádio das Castanheiras não tem ainda o alvará do Corpo de Bombeiros e da Brigada Militar. A direção ressalta que não vem medindo esforços para atender todas as demandas de ambos os órgãos e espera o quanto antes obter a autorização para abri o estádio para as partidas da Segunda Divisão (Terceirona Gaúcha). Foto: Assessoria/Caxias/Arquivo

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