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​Inter-SM recorre ao STJD para garantir presença da torcida na estreia do Gauchão 2026

Atualizado: 5 de jan.


O departamento jurídico do Internacional de Santa Maria (Inter-SM) deu entrada de um pedido de efeito suspensivo junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro. O objetivo é paralisar a execução da pena de dois jogos com portões fechados imposta pelo tribunal estadual até que o caso seja julgado no pleno do STJD.


​A movimentação busca evitar que o Estádio Presidente Vargas esteja vazio nas primeiras rodadas do Gauchão 2026, ano que marca o retorno do "Alvirrubro" à elite do futebol gaúcho após 14 anos.


O Histórico do Processo


​A punição é um reflexo dos incidentes ocorridos na final da Divisão de Acesso de 2025, contra o Novo Hamburgo. Na ocasião, o arremesso de objetos no gramado por parte da torcida foi relatado em súmula, gerando o processo disciplinar.


Punição Original (TJD-RS): Condenação a três jogos com portões fechados e multa de aproximadamente R$ 5,6 mil.


Recurso em Segunda Instância: O Inter-SM obteve uma vitória parcial no Tribunal de Justiça Desportiva do RS, que reduziu a sanção para dois mandos de campo sem público, mantendo o valor da multa.


Ação Atual: Insatisfeito com a manutenção da perda de mandos, o clube agora busca o STJD para tentar reverter totalmente a decisão ou, ao menos, garantir o direito de ter sua torcida enquanto o recurso final não é analisado.


Caso o STJD conceda o efeito suspensivo, a punição fica "congelada". Isso permitiria que o Inter-SM mandasse seus jogos com os portões abertos no início do campeonato. Se o pedido for negado, o clube terá que cumprir os dois jogos de portões fechados imediatamente no início da competição, o que gera prejuízo financeiro e técnico.

 
 
 

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