Jogo em Santa Maria tem apagão, gols, cera, polêmica, falhas e confusão na saída de campo
- Peleia FC

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Foto: Renata Medina/Inter SM
O jogo entre Inter-SM e Avenida que começou na quinta-feira terminou na sexta em Santa Maria, no Estádio Presidente Vargas, pela abertura do quadrangular da morte do Gauchão. O jogo terminou com placar de 1 a 1 e foi marcado por pouco futebol. O Avenida saiu na frente com Wellisson, após uma falha grotesca do lateral Ótavio, que entregou a bola para o centrovante marcar. O alvirrubro buscou o empate com centroavante Michel, de pênalti. O jogo teve muitos episódios.
Primeiro, a torcida ficou na bronca novamente com a escalação do técnico Bruno Coutinho, alvo de críticas dos torcedores por deixar o centroavante Michel no banco, autor do gol de empate do Inter SM.
Sobrou polêmica também para a arbitragem. Primeiro, o árbitro Elias da Silva Elyseu foi conivente com a cera do goleiro do Rodrigo Mamá. O arqueiro do Nida chegou a flertar com cartão vermelho no começo do segundo tempo, mas o árbitro preferiu levar na conversa. O pênalti marcado para o Inter SM também foi confuso. Teve puxão de camisa, impedimento e falta. O árbitro foi ao VAR, mas não foi possível ver qual fato levou a marcação da penalidade.
A partida também atrasou para começar o segundo tempo, pois houve um problema no sistema de iluminação do estádio Presidente Vargas. Foi preciso desligar parte da iluminação para não ter uma apagão geral. Com superaquecimento, foi necessário esperar para ligar parte dos refletores em um gerador.
Ao fim do jogo, enquanto as equipes estavam se dirigindo para o vestiário houve uma confusão generalizada, empurra-empurra, com dirigentes de ambos os times e jogadores das duas equipes.
Logo após a partida, o técnico Gabriel Dutra do Avenida criticou a condição do gramado do estádio Presidente Vargas. Segundo ele, não era possível ter jogo do modo que o campo estava. Ele também criticou duramente as decisões da arbitragem e o pênalti marcado.






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