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Sem banda: Guarany explica veto a instrumentos da torcida do Grêmio no Estrela D’Alva

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

A noite de Gauchão em Bagé começou com polêmica fora das quatro linhas. O embate entre Guarany e Grêmio, marcado para as 21h30 desta quarta-feira (21), teve os bastidores agitados por conta da proibição da entrada de instrumentos musicais da banda da torcida visitante. Após a repercussão negativa nas redes sociais, a diretoria do índio emitiu uma nota oficial detalhando os motivos da decisão, que partiu do Comando da Brigada Militar.


Falta de documentação e tempo hábil


De acordo com o Guarany, as diretrizes de segurança foram definidas em reunião prévia com a Brigada Militar e representantes do Grêmio. O veto ocorreu porque o clube de Porto Alegre não teria enviado, em tempo hábil, um ofício com a relação detalhada dos instrumentos e a identificação dos responsáveis, requisito exigido pelas forças de segurança para a manutenção da ordem pública.

"Diante de pedidos realizados pelo Grêmio para autorização de entrada da banda, este restou vetado pelo Comando da Brigada Militar por não preencher este requisito", diz trecho da nota.

Reciprocidade e "respeito ao torcedor"


Um ponto que chamou a atenção no comunicado foi a menção a episódios anteriores de falta de reciprocidade. O Guarany relembrou que, em 2022 e 2024, a sua própria torcida organizada, a Barra do Índio, também foi impedida de utilizar instrumentos em jogos realizados na Arena do Grêmio e em outros estádios deste campeonato por questões burocráticas similares.


O clube ressaltou que a medida visa garantir a segurança de todos os presentes e o cumprimento das regras estabelecidas pela Brigada Militar, afirmando que a decisão é uma questão de "respeito ao torcedor" bageense e às normas vigentes.

 
 
 

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