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Foto: Divulgação/Real

O Real, de Tramandaí, confirmou nesta semana a conclusão de duas importantes negociações envolvendo destaques de sua categoria de base na Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026.


O zagueiro Nicolas, que despertou a atenção de gigantes do cenário nacional durante a competição, foi transferido para o Grêmio. A diretoria do "Leão" celebrou o acerto com o clube da capital como um motivo de grande orgulho para o projeto de formação do litoral gaúcho, reforçando a vitrine que o clube tem se tornado para jovens talentos.


Além da movimentação no setor defensivo, o Real acertou a saída do goleiro Felipe Santiago para o Ituano. O arqueiro, que foi um dos principais nomes da equipe na última Copinha com defesas decisivas, agora ruma ao futebol paulista para dar sequência à sua carreira profissional.



 
 
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou na tarde desta sexta-feira (6) os 16 grupos do Brasileirão Série D, que terá em 2026 a edição mais inclusiva de sua história, com 96 clubes participantes.


As chaves, que contam com seis times cada, foram formadas a partir de critérios geográficos, observando também questões logísticas, e apresentam no máximo três clubes de uma federação por grupo. Grupo A15

Cianorte-PR

FC Cascavel-PR

Santa Catarina-SC

Joinville-SC

Guarany de Bagé-RS

São Luiz-RS


Grupo A16

Blumenau-SC

Marcílio Dias-SC

São Joseense-PR

Azuriz-PR

São José-RS

Brasil-RS


Formato de disputa

As seis equipes de cada grupo vão se enfrentar entre si em dez rodadas e farão cinco jogos como mandante e cinco como visitante. Os quatro melhores avançam à segunda fase, e os confrontos terão o seguinte critério: 1º do Grupo A1 x 4º do Grupo A2; 2º do Grupo A1 x 3º do Grupo A2; 3º do Grupo A1 x 2º do Grupo A2; e 4º do Grupo A1 x 1º do Grupo A2.


Este também será o formato nos demais grupos - A3 x A4, A5 x A6, A7 x A8 e assim sucessivamente -, o que promoverá confrontos regionais e, em alguns casos, duelos de clubes próximos geograficamente.


A Série D será disputada de 5 de abril a 13 de setembro, em 24 datas (22 aos fins de semana e duas no meio de semana). Em cada fase do mata-mata e nos playoffs, os confrontos acontecerão em jogos de ida e volta. Os quatro clubes que forem eliminados nas quartas de final terão nova chance de ascender à Série C de 2027 nos playoffs, criados pela CBF com o intuito de assegurar mais competitividade e emoção ao torneio.


Os clubes que cheguem à terceira fase asseguram no mínimo sua participação na Série D de 2027. Os quatro semifinalistas, assim como os vencedores dos playoffs, garantem o acesso à Série C de 2027. O campeão irá se classificar de forma direta para a terceira fase da Copa do Brasil de 2027.

 
 
Foto: Renata Medina/Inter SM

O cenário de incerteza que costuma rondar as eleições do Inter de Santa Maria parece ter ficado no passado. Após o atual presidente Pedro Della Pasqua confirmar que não buscará a reeleição e que focaria em encontrar um sucessor, um nome surge para comandar o alvirrubro: José Alípio Marques de Oliveira.


O empresário aposentado, de 67 anos, surge como o candidato para o biênio 2027/2028 no pleito que será realizado em outubro. Diferente de anos anteriores, quando o clube enfrentou dificuldades para encontrar interessados no cargo, a candidatura de Alípio traz uma figura que conhece os corredores do clube há quase seis décadas.


Uma vida dedicada ao Presidente Vargas


A relação de José Alípio com o Inter-SM começou em 1968, curiosamente rompendo uma tradição familiar ligada ao maior rival.

"O primeiro jogo que eu fui torcer para o Inter-SM foi um clássico Rio-Nal, em 1968. Eu sou de uma família de torcedores de Riograndense. Um dia cansei de me levarem à força para o estádio do Periquito e um tio que era torcedor do Alvirrubro me levou no Presidente Vargas", relembrou o candidato em entrevista ao Jornal Diário de Santa Maria.

De torcedor, Alípio passou a dirigente em 1981 e, em 1984, tornou-se conselheiro. Sua trajetória atingiu o ápice quando comandou o clube na década de 80.


Retorno após 40 anos


José Alípio não é um novato na cadeira da presidência. Ele já liderou o Alvirrubro entre 1986 e 1987, em um período onde os mandatos eram anuais. Agora, quatro décadas depois, ele se coloca à disposição para utilizar sua experiência na gestão do clube, que busca estabilidade após o recente rebaixamento.

 
 
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