top of page
Buscar
Foto: Lucas Uebel/Grêmio

O Grêmio conquistou o Campeonato Gaúcho Sub-17 de 2026 após uma decisão emocionante diante do Internacional. Depois da vitória por 2 a 1 no primeiro jogo (06/06) e da derrota pelo mesmo placar na partida de volta (13/06), o Tricolor garantiu o título nas cobranças de pênaltis. Um dos nomes importantes da campanha foi Benjamin, que teve papel decisivo ao longo da competição e contribuiu com uma assistência no gol gremista no segundo confronto da final.


Após a conquista, o atacante destacou a importância do título e valorizou o trabalho realizado pelo grupo durante toda a temporada.


"Conquistar o Gauchão com a camisa do Grêmio é motivo de muito orgulho. Foi uma final muito disputada, decidida nos detalhes, e o nosso grupo mostrou muita personalidade para buscar esse título. Fico feliz por ter ajudado a equipe durante a competição e por ter contribuído na decisão. É uma conquista que vai ficar marcada na minha carreira", afirmou Benjamin.


Além do protagonismo nas categorias de base, Benjamin já possui contrato profissional com o Grêmio e segue acumulando experiências importantes em sua trajetória. O atleta soma convocações para as categorias de base da Seleção Brasileira, além de estar inscrito na Copa Sul-Americana de 2026.


"Ter um contrato profissional com o Grêmio e estar inscrito em uma competição como a Sul-Americana mostra que o trabalho está sendo reconhecido. Sou muito grato ao clube pela confiança e sigo focado em evoluir diariamente, aprendendo com os profissionais mais experientes e me preparando para os desafios que estão por vir", completou o camisa 10.


Após a conquista estadual, Benjamin e o Grêmio voltam suas atenções para a disputa do Campeonato Brasileiro Sub-17. O próximo compromisso do Tricolor Gaúcho será na quarta-feira (17/06), às 15h, diante do Vitória, da Bahia.

 
 
Foto: Karen Rodrigues/Acesso Imagens

A paixão e a rivalidade do futebol da Rainha da Fronteira ganham um capítulo decisivo neste fim de semana. Neste domingo (14 de junho), às 16h, o Estádio Pedra Moura será o palco do clássico Ba-Gua de número 434, válido pela penúltima rodada da primeira fase da Copa FGF — que nesta temporada rende homenagem a Dunga, o capitão do tetracampeonato mundial.


O tradicional clássico põe frente a frente realidades completamente opostas na tabela de classificação, mas com o mesmo objetivo: o passaporte para o mata-mata.


Atualmente na vice-liderança do grupo com cinco pontos, o Bagé entraria em campo hoje com a vaga assegurada nas semifinais. Contudo, o Guarany, que ainda busca sua primeira vitória na competição, pode alcançar a mesma pontuação do rival caso vença o dérbi na casa jalde-negra, incendiando de vez a briga pela classificação na última rodada.


Bagé aposta em espinha dorsal e experiência


Pelo lado do Jalde-negro, o técnico Rodrigo Bandeira conta com a estabilidade a seu favor. Conforme apuração do repórter Yuri Dias, do Jornal Minuano, a equipe tem poucas dúvidas para o confronto, uma vez que o treinador conseguiu manter a base titular ao longo das quatro rodadas anteriores.


O protagonismo e a liderança do time estão concentrados no setor defensivo e de contenção, liderado pelos experientes zagueiros Diego Rocha e Bigode, pelo lateral Gustavo Nogy e pelo volante Elias, além do faro de gol do centroavante Michel. A única grande interrogação na escalação é o atacante Gustavo Linhares, que sentiu uma lesão na panturrilha na rodada anterior e passará por avaliação médica de última hora.


Guarany vive cenário de mistério e reformulação


No lado do Índio Nativo, o clima é de total mistério. A recente eliminação na Série D do Campeonato Brasileiro desencadeou uma profunda reformulação nos bastidores do Estrela D'Alva. Deixaram o clube o goleiro Jonathan, o meia-atacante Pedro Henrique, o atacante Tony Júnior e o centroavante Matheus Guimarães, além do goleiro Jean Carlos e do meia Silas.


Para complicar o planejamento da comissão técnica, o departamento médico alvirrubro trabalha contra o tempo para recuperar os laterais Raphinha (direito) e Higor (esquerdo). Diante de tantas saídas e dúvidas médicas, a escalação oficial do Guarany tornou-se um verdadeiro segredo de estado, prometendo surpresas para o início do clássico que promete movimentar a região da Campanha neste domingo.

 
 
Imagem: IA

Quando o assunto é Copa do Mundo no Rio Grande do Sul, a mente do torcedor corre imediatamente para os gigantes da capital. No entanto, o verdadeiro mapa do orgulho gaúcho nos Mundiais esconde um ecossistema fascinante: dezenas de craques e técnicos que marcaram a história da maior competição do planeta deram seus primeiros passos, ou buscaram maturidade, vestindo camisas tradicionais do interior e das divisões de acesso do Estado.


No topo desse ranking de prestígio está o Juventude. O clube de Caxias do Sul ostenta a marca impressionante de ser a equipe do interior com o maior número de profissionais ligados à sua história que chegaram à Copa do Mundo. A lista jaconera mescla lendas do futebol mundial e conexões internacionais recentes:


  • Cafu (1994, 1998, 2002 e 2006) – O único homem a jogar três finais de Copa consecutivas vestiu a camisa alviverde no início de sua trajetória.

  • Thiago Silva (2010, 2014, 2018 e 2022) e Alex Telles (2022) – Defensores que levaram a escola jaconera para a retaguarda da Seleção Brasileira.

  • Everaldo (1970) – O eterno tricampeão mundial que também faz parte da história de Caxias do Sul.

  • Dante (2014) e Doni (2010) – Atletas que carimbaram passagens pelo Alfredo Jaconi antes de alcançarem o topo do futebol.

  • Marcos Senna (2006) – O volante que naturalizou-se espanhol e fez história na Fúria.

  • Isidro Pitta (2026) – Mantendo a tradição viva, o atacante paraguaio representa a conexão do clube com o Mundial de 2026.


O Fenômeno do Cruzeiro e a Tradição da Campanha e Região Central


Logo atrás do Juventude, desponta o tradicional Cruzeiro, atualmente sediado em Cachoeirinha. O clube tem um histórico riquíssimo e serviu de base para pioneiros dos anos 30 e 40, além de craques consolidados nas décadas seguintes. Passaram pelo clube nomes como Moderato Wisintainer (Copa de 1930), Heitor Canalli (1934), o lendário zagueiro Juvenal Amarijo (titular na final de 1950), o defensor Alfredo Mostarda (1974) e o volante João Batista (1978 e 1982).


O prestígio estende-se em direção à Região da Campanha. O Guarany de Bagé orgulha-se de ter projetado o lateral-esquerdo Branco, peça-chave nas Copas de 1986, 1990 e cujo chute histórico de 1994 ficou marcado no tetracampeonato do Brasil. Além dele, o Alvirrubro bajeense enviou Martim Silveira para os mundiais de 1934 e 1938.


Já na Região Central, o Inter de Santa Maria guarda em suas páginas de ouro o nome de Valdemar Rodrigues Martins, mais conhecido como Oreco. O lateral-esquerdo e zagueiro, revelado no coração do Rio Grande, fez parte do elenco que encantou o planeta e conquistou o primeiro título mundial do Brasil, na Suécia, em 1958.


Caxias: A Escola de Técnicos da Seleção Brasileira


Se o Juventude se destaca pelos jogadores, o rival Caxias brilha estrategicamente na casamata. O Grená do Povo foi o laboratório e a consagração inicial dos dois últimos treinadores que comandaram o Brasil em Copas do Mundo neste século: Luiz Felipe Scolari, o Felipão (comandante em 2002, 2006 com Portugal, e 2014), e Tite (2018 e 2022). Ambos construíram pilares de suas vitoriosas carreiras no Estádio Centenário. Felipão chegou a jogar a Série A do Brasileirão pelo Caxias, como zagueiro, na década de 70. Já Tite foi o técnico Campeão Gaúcho de 2000.


As Joias Lapidadas nos Cantos do Estado


A lista de contribuições do interior gaúcho para o planeta bola guarda relíquias surpreendentes e curiosidades que desafiam até o mais fanático dos torcedores:


  • Tupi de Crissiumal: Foi na pacata cidade do Noroeste gaúcho que o goleiro Cláudio Taffarel (1990, 1994 e 1998) iniciou sua trajetória de milagres antes de se tornar o herói do tetra.

  • Aimoré: O Índio Capilé, de São Leopoldo, acolheu os históricos Mengálvio (campeão em 1962) e o goleador Alcindo (1966).

  • São José: O Zeca, de Porto Alegre, teve em suas fileiras o faro de gol de Careca nas Copas de 1986 e 1990.

  • Esportivo: O clube de Bento Gonçalves contou com a irreverência e o talento de Renato Gaúcho antes de sua ida ao Mundial de 1990.

  • Pelotas e Brasil: A rivalidade Bra-Pel também se reflete nos Mundiais. O Xavante colocou Benedicto Zacconi na primeira Copa da história, em 1930, enquanto o Lobão orgulha-se de ter projetado o lateral Michel Bastos para a Copa de 2010.

  • Novo Hamburgo: O Noia foi a casa que deu projeção ao lateral Josimar, grande sensação da Seleção Brasileira na Copa de 1986.

  • PRS Garibaldi: Demonstrando que o trabalho com jovens talentos segue forte, o clube da Serra Gaúcha carimba sua marca na história recente através do zagueiro Ibañez, na Copa do Mundo de 2026.

 
 
Logomarca do site de notícias Peleia FC
© Copyright
bottom of page