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  • "Toda conta do Inter que não fecha sai do meu bolso": Presidente do Inter SM desabafa e critica falta de apoio das empresas

    Foto: Renata Medina/Inter SM A ressaca do rebaixamento no Estádio Presidente Vargas trouxe à tona um desabafo carregado de mágoa e revelações financeiras do presidente Pedro Della Pasqua. Em entrevista à Rádio Imembuí, o mandatário abriu as contas do clube e revelou que a sobrevivência do Alvirrubro tem custado o seu próprio patrimônio pessoal. Segundo o dirigente, a falta de engajamento do empresariado local sobrecarregou sua gestão, transformando o sonho da primeira divisão em um fardo financeiro para uma única pessoa. O presidente detalhou a realidade invisível aos olhos do torcedor, afirmando que "toda conta do Inter que não fecha sai do meu bolso". Della Pasqua revelou que utiliza sua própria empresa e seu CPF para quitar as dívidas do clube, uma prática que, segundo ele, inviabiliza o futebol profissional a longo prazo. "Achei que, depois de 14 anos, as forças empresariais da cidade, as pessoas que podem contribuir mesmo, tivessem o coração tocado. Mas eu acho que o Internacional tem que ficar 30 anos no acesso para tocar o coração dessas pessoas", desabafou. As cifras apresentadas pelo dirigente explicam a dificuldade de competir na elite do Gauchão. De acordo com Pedro, para fazer uma campanha segura na Série A, seria necessária uma captação de aproximadamente R$ 3 milhões , valor do qual o Inter SM não passou perto. Somado a isso, o clube enfrentou um bloqueio de R$ 900 mil  direto na Federação Gaúcha de Futebol (FGF) devido a dívidas trabalhistas históricas, o que minou o fôlego do departamento de futebol durante a competição. Sobre a queda de rendimento técnico, Della Pasqua admitiu que a demissão do técnico Bruno Coutinho foi o ponto de virada negativo, mas justificou que a pressão externa tornou a permanência do treinador insustentável. O presidente elogiou o trabalho de Coutinho, mas apontou os erros do profissional: " O treinador não pode brigar com a torcida. Ele se incompatibilizou com a torcida e com a imprensa, tratando algumas respostas de forma dura nas coletivas ".

  • Xavante começa pré-temporada com 14 nomes e anuncia os primeiros reforços

    Foto: @gcosta.jpg/Brasil O Estádio Bento Freitas voltou a pulsar nesta segunda-feira com o início oficial da preparação do Brasil de Pelotas  para a Série D do Campeonato Brasileiro . Sob o comando do técnico Gilson Maciel , o elenco rubro-negro deu o pontapé inicial nos trabalhos visando a estreia na competição nacional, prevista para abril. Com a gestão da SAF agora à frente do clube, o primeiro dia de treinamentos serviu para a integração de 14 atletas e a confirmação das primeiras caras novas para a temporada. Os Primeiros Reforços da "Era SAF" A diretoria anunciou dois nomes que chegam para encorpar o grupo: Saulo (Zagueiro):  Aos 30 anos, o defensor traz a experiência necessária para o setor. Com passagens por Treze, Abecat e pelo rival Guarany de Bagé, Saulo estava no futebol europeu, defendendo o Swieqi United, de Malta. Matheus Streit (Lateral-esquerdo):  Aposta na juventude e na formação de elite. Aos 20 anos, Streit passou pelas categorias de base de Cruzeiro e Criciúma. O jovem lateral chega do Concórdia para disputar a titularidade no corredor esquerdo. O Grupo da Reapresentação Conforme apuração do repórter Marcelo Prestes, da Rádio Universidade, Gilson Maciel contou com um grupo de 14 jogadores neste primeiro contato com o gramado. Além dos recém-chegados, nomes conhecidos e jovens da base integram este início de ciclo: Atletas presentes:  Thiago Henrique, Guilherme Costa, Gelatti, Vitor Becker, Jaccson, Thobias, Saulo, Tony Lucas, Matheus Streit, DG, Rael, Arthur Tajes (goleiro sub-17), Antonni Pistelli e Arthur Hackbart.

  • Destaque deixa o Guarany e acerta com time da Série B do Brasileiro

    Foto: Déborah Melo / Acesso Imagens O torcedor do Guarany de Bagé  recebeu uma notícia nada boa para o seu torcedor. Um dos pilares do meio-campo alvirrubro e protagonista da histórica campanha recente da permanência na elite do estadual, o volante Murilo Cavalcante  está de saída do Estádio Estrela D’Alva. O atleta irá defender a Ponte Preta, onde disputará a Série B do Brasileirão e a sequência da Copa do Brasil em 2026. A despedida de Murilo marca o fim de um ciclo. Foram 35 jogos e 3 gols marcados , com atuações dominantes que foram cruciais tanto na manutenção do clube na elite do Gauchão quanto classificação histórica à Copa do Brasil. Sob o comando de Gelson Conte, Murilo era o "termômetro" do time. O "Acordo de Cavalheiros" O destino reservou uma coincidência para esta transferência: a Ponte Preta é justamente a próxima adversária do Guarany na terceira fase da Copa do Brasil. No entanto, o torcedor alvirrubro pode respirar aliviado em um ponto: por meio de um acordo de cavalheiros  entre as diretorias, ficou estabelecido que Murilo não enfrentará o seu ex-clube  no confronto eliminatório.

  • "Minha missão é achar um sucessor": Presidente do Inter SM deixará o comando do clube em outubro

    Foto: Renata Medina/Inter SM O cenário no Estádio Presidente Vargas ganhou contornos ainda mais dramáticos nesta segunda-feira. Em entrevista à Rádio Imembuí, o presidente do Inter de Santa Maria, Pedro Della Pasqua, confirmou que deixará o comando do clube em outubro, encerrando um ciclo de quatro anos marcado pelo acesso histórico e pelo recente e doloroso rebaixamento. O dirigente foi enfático ao afirmar que sua decisão é irreversível, citando o esgotamento pessoal e a necessidade de preservar sua vida particular após anos de dedicação exclusiva ao Alvirrubro. " Se eu seguir, vou perder mulher, vou perder filhas, vou perder família e emprego. Não dá mais ", desabafou o mandatário. Della Pasqua fez um balanço de sua gestão, relembrando a trajetória que tirou o clube de um longo hiato na Divisão de Acesso, mas lamentou a falta de engajamento da comunidade de Santa Maria no momento em que o clube finalmente alcançou a elite. "Eu tenho orgulho do trabalho que desenvolvi, acho que reacendeu o Internacional e acordou esse gigante, mas é muito difícil uma primeira divisão sem todo mundo pegar junto, como eu imaginei que poderiam pegar", afirmou o presidente, que admitiu erros na montagem do elenco. Sobre o futuro do clube, Pedro demonstrou preocupação com a sucessão e lançou um desafio às lideranças da cidade, alertando que o processo eleitoral será antecipado nos bastidores para evitar que o Inter fique sem presidente. " Eu não quero deixar o clube à deriva , jamais faria isso, mas se o único nome for o meu, o clube vai ficar à deriva porque eu não vou. Minha situação é definitiva. Alguém tem que ter a coragem de sentar na minha cadeira", disparou o dirigente. O cronograma de saída já está traçado: após o último jogo do campeonato, no dia 8 de março, o Conselho Deliberativo será convocado para iniciar uma discussão que deve durar cerca de sete meses até a eleição em outubro. Della Pasqua espera que esse tempo seja suficiente para encontrar um nome sério que prepare o Internacional para o seu centenário em 2028. "Até outubro é comigo. Vou deflagrar o processo eleitoral agora porque não posso simplesmente marcar eleições um mês antes e achar que vai vir alguém. Precisamos de uma solução encaminhada", concluiu o presidente, selando o início do fim de sua era na Baixada.

  • Santo Ângelo busca apoio do Poder Público para seguir o trabalho com as categorias de base

    Foto: Santo Ângelo/Divulgação O futuro do futebol nas Missões ganhou um capítulo decisivo na última quarta-feira (25/02). A diretoria do Santo Ângelo liderada pelo presidente Cláudio Somavilla, reuniu-se com a cúpula do governo municipal para pleitear suporte oficial ao projeto das categorias de base, que hoje já atende quase 100 adolescentes  da região. Recebidos pelo prefeito interino Carlos Gonçalves e pelos vereadores Jonatas Dutra Toledo e Vilson Rocha, os dirigentes apresentaram a estrutura atual das escolinhas e das categorias Sub-15 e Sub-17 . O objetivo central é transformar o clube em um polo formador, mas, para isso, o "custo do sonho" exige parcerias sólidas. A conta do futebol: custos além das quatro linhas O Santo Ângelo detalhou as despesas mensais que garantem o time. Manter uma estrutura profissional para jovens envolve: Logística:  Despesas de viagem para competições estaduais. Infraestrutura:  Manutenção do estádio, contas de água e luz. Profissionalização:  Serviços jurídicos, contabilidade e funcionários. Futebol como ferramenta social Para Cláudio Somavilla e Jorge Ribeiro (vice-presidente), o investimento público no clube ultrapassa o resultado no placar. O argumento levado ao gabinete é de que o esporte é um braço da saúde e da educação, formando "grandes homens" antes mesmo de formar atletas profissionais. "O esporte é sinônimo de vida, saúde e futuro para os jovens, formando não apenas grandes atletas, mas também grandes homens", declarou o clube.

  • Lajeadense inicia plantio de novo gramado para a Divisão de Acesso 2026

    Imagem: Divulgação/Lajeadense O futuro do Lajeadense  começou a ganhar cor e raízes nesta semana. Após concluir as etapas de modernização do sistema de drenagem e a instalação de uma nova rede de irrigação, a diretoria deu início ao plantio oficial do novo gramado da Arena Alviazul . O investimento faz parte de um plano ambicioso da gestão atual para profissionalizar a estrutura e resgatar a essência competitiva do clube de Lajeado. A decisão de reformular o campo "do zero" é vista internamente como um passo estratégico e um diferencial para a disputa da Divisão de Acesso . Um gramado de alta performance não apenas qualifica o espetáculo, mas também favorece o modelo de jogo técnico que o Lajeadense busca implementar para buscar o retorno à elite do futebol gaúcho.

  • Juventude e Caxias conhecem destinos na inédita Copa Sul-Sudeste nesta terça

    Foto: Divulgação/CBF O futebol da Serra Gaúcha volta seus olhos para a sede da CBF nesta semana. Na próxima terça-feira, às 14h, serão sorteados os grupos da Copa Sul-Sudeste , a grande novidade do calendário nacional para 2026. Além de preencher o calendário do primeiro semestre, a competição surge com um atrativo de peso: o campeão garante vaga direta na terceira fase da Copa do Brasil de 2027 , garantindo uma cota milionária antecipada. A dupla Ca-Ju estará entre as 12 equipes que disputarão o torneio, representando o Rio Grande do Sul após a desistência oficial do Internacional, que optou por não participar. A competição começa no dia 25 de março e terá uma decisão rápida, com a final agendada para 7 de junho. Entenda o formato da disputa O regulamento da Copa Sul-Sudeste promete dinamismo e rivalidade interestadual: Divisão:  12 clubes divididos em dois grupos (A e B). Confrontos:  As equipes do Grupo A enfrentam as do Grupo B em turno único. Jogos:  Cada time disputará seis partidas na primeira fase (três em casa e três fora). Classificação:  Os dois melhores de cada chave avançam para as semifinais. Os adversários no caminho Juventude e Caxias terão pela frente equipes tradicionais e clubes em ascensão no cenário nacional. Confira os participantes: Rio Grande do Sul:  Juventude e Caxias Santa Catarina:  Avaí e Chapecoense Paraná:  Operário-PR e Cianorte Minas Gerais:  América-MG e Tombense Rio de Janeiro:  Volta Redonda e Sampaio Corrêa-RJ São Paulo:  São Bernardo e Novorizontino

  • O Xerife da Fronteira: O desabafo épico de Tato Moreira após a permanência do Guarany na elite

    Foto: Reprodução/Instagram/Guarany No cenário muitas vezes engessado e de falas ensaiadas dos dirigentes de futebol, surge uma figura que rompe todos os protocolos. Heráclito Moreira , o icônico Tato Moreira , presidente do Guarany de Bagé , consolidou-se em 2026 como o dirigente mais autêntico e passional do interior gaúcho. Mais do que um gestor, Tato tornou-se o símbolo de um "Índio Guerreiro" que não se entrega, levando o clube da Fronteira a uma histórica terceira fase de Copa do Brasil e garantindo a permanência na elite do Gauchão sob um sol de esperança e desabafos. A trajetória de Tato e sua diretoria neste ano foi uma montanha-russa de emoções. Da eliminação imposta ao Caxias em pleno Estádio Centenário à angústia do quadrangular da morte, o presidente viveu cada minuto com o coração na ponta da chuteira. Após o empate em 1 a 1 com o Avenida, que selou a vaga na Série A de 2027, Tato não conteve o alívio. "Graças a Deus estamos livre desse inferno e desse desgaste de jogar uma divisão de acesso. Na finaleira agora a gente deixou de ser aquele time que não tinha conseguido performar e demos a volta por cima. Não foi fácil e não é fácil fazer futebol. Primeiro tem que amar muito o que tu faz, e aqui tem três caras que amam muito o Guarany." A cicatriz do jogo contra o Grêmio Mas para chegar ao êxtase, Tato precisou engolir seco momentos de profunda dor. O dirigente relembrou, com mágoa ainda latente, o episódio da queda de luz no Estádio Estrela D’Alva minutos antes do jogo contra o Grêmio, transmitido para todo o estado em tv aberta. Na época, as críticas foram impiedosas, e a gestão foi colocada em xeque. "Não existe pessoas como nós no futebol, de ser julgado, massacrado, principalmente naquele jogo contra o Grêmio. Fomos chineliados . Eu disse que ia esperar passar tudo para falar. Não merecemos o que falaram de nós. Aqui ninguém é molequ e", disparou, defendendo a honra de quem trabalha no dia a dia do interior. O "Momento Tato": a explosão contra os secadores Se dentro de campo o Guarany é conhecido pela garra, fora dele, Tato Moreira é conhecido pela "corneta" afiada e pela sinceridade visceral. Ao encerrar sua entrevista coletiva, o tom solene deu lugar ao dirigente torcedor, aquele que sofreu com as previsões de rebaixamento. Em um momento que já viralizou nas redes sociais, Tato mandou um recado direto aos críticos: "Quando tu compra um pacote de TV você tem desconto. Aproveite o desconto do Premiere no ano que vem. Seus secadores... ahhhhhh, car$%#, vão se fu%@!" A frase, embora polêmica, resume o espírito de um dirigente que não se esconde. Tato Moreira representa o futebol raiz, onde a paixão transborda e o resultado em campo é a única resposta que importa. Para o torcedor alvirrubro, ele é o escudo que protege o clube; para o futebol gaúcho, é a prova viva de que o interior ainda pulsa com verdade e valentia.

  • O segredo do Índio: Gelson Conte revela gestão humanizada na arrancada do Guarany para salvar o time

    Foto: Sérgio Galvani/Guarany A permanência do Guarany de Bagé  na elite do futebol gaúcho não foi conquistada apenas com estratégia tática, mas com "olho no olho". Após o empate em 1 a 1  contra o Avenida, que carimbou o passaporte do clube para a Série A de 2027, o técnico Gelson Conte  abriu o jogo sobre os bastidores da reação meteórica da equipe. Em meio à euforia pela vaga garantida e pela classificação histórica na Copa do Brasil, o comandante destacou que o diferencial foi entender o lado humano de um elenco que, até pouco tempo, convivia com a pressão do rebaixamento. O "corpo a corpo" com os atletas Diferente da postura rígida que muitos treinadores adotam em momentos de crise, Gelson Conte optou pela escuta. O técnico revelou que realizou um trabalho minucioso de conversas individuais para mapear o estado emocional, tático e físico de cada peça do grupo. "Quando eu cheguei não precisei engrossar no vestiário, quando é preciso eu faço. O grupo precisava de carinho, olho no olho. Conversei em particular com cada um. Os atletas são seres humanos e eles abriram o coração . Quando faço a gestão de grupo, falo o nome dos atletas; o jogador se sente valorizado ao saber que reconhecemos sua qualidade", detalhou Conte. Escalação baseada no diálogo Segundo o treinador, essa proximidade permitiu que ele "escalasse certo" ao extrair o máximo de cada jogador em suas posições de conforto. Ele citou exemplos de superação, como a recuperação de Welder , o crescimento ofensivo de Murilo  e a importância de Adailson  e Tony Júnior . Para Gelson, o ponto de virada emocional foi a vitória de 3 a 2 sobre o Inter SM: "Ali eles entenderam a linha de trabalho. O trabalho coletivo foi inteligente". Desgaste físico e foco na direção Apesar de admitir que a atuação contra o Avenida não foi plasticamente bonita, o técnico justificou a queda de rendimento pelo esforço hercúleo feito contra o Caxias, na Copa do Brasil. Ele também fez questão de dividir os méritos com a cúpula alvirrubra. "A direção está de parabéns. Eles concentraram dois dias, estão há 20 anos na casa e as coisas vêm junto. Me preocupou a queda hoje, mas tem um motivo: eles correram muito contra o Caxias", concluiu o comandante, agora eternizado como o arquiteto da salvação do Índio Guerreiro.

  • Xavante inicia "Era SAF": Brasil de Pelotas abre pré-temporada com elenco em formação

    Foto: Brasil/Divulgação O Estádio Bento Freitas será o palco do pontapé inicial de um novo capítulo na história do Brasil de Pelotas . Nesta segunda-feira (02/03), o clube dá início à pré-temporada visando a Série D do Brasileirão , marcando o primeiro grande passo sob a gestão da SAF , comandada por Emerson Rosa. Após o título da Copa FGF sob a batuta de Gilson Maciel, a expectativa é de que o fôlego financeiro da nova estrutura impulsione o time no cenário nacional. Entretanto, o clima de novidade vem acompanhado de desafios logísticos. Conforme apurado pelo Jornal A Hora do Sul , o grupo que se reapresenta na Arena Marini  será enxuto: cerca de 14 atletas  são esperados. O processo de transição burocrática entre a "Associação Brasil" e a "Sociedade Anônima do Futebol" tem sido um entrave para a oficialização de novos nomes, mantendo alguns anúncios em compasso de espera. Baixas no elenco campeão Se a SAF traz esperança, o mercado impõe perdas. Peças fundamentais do título da "Copinha" não estarão no Bento Freitas: Felipe Camargo:  O pilar defensivo, que tinha permanência encaminhada, fechou com o Manauara. Tiego:  O goleiro está no Floresta, e a realidade salarial atual do Xavante impediu a concorrência pelo atleta. Patrickão:  O centroavante segue no Ceilândia (DF). Murilo:  O meia, um dos destaques do time, tem compromisso com o Guarany de Bagé e atrai interesse de outros clubes. O "Novo" Brasil que se desenha A diretoria trabalha para preencher as lacunas, focando especialmente em um goleiro experiente  que conheça os atalhos da Série D. Entre as novidades e retornos, alguns nomes já estão no radar ou acertados: Retornam:  Yuri e Otávio voltam após passagens por Avenida e Inter SM, respectivamente.. O zagueiro Rael , o volante Thiago Henrique  e o meia-atacante Guilherme Costa  integram o planejamento. Reforços programados:  O meia Alan  (atualmente no Naviraiense-MS) chega na segunda quinzena de março. Já o zagueiro Vitor Becker  segue no clube, mas foca na recuperação de lesão. O desafio de Gilson Maciel será moldar essa nova identidade enquanto o clube se ajusta administrativamente. A Série D não permite erros, e o Brasil corre contra o tempo para encorpar o elenco antes da estreia. A competição deve iniciar em abril.

  • "A culpa é dos jogadores. Tivemos três comissões e não adiantou", desabafa atacante do Inter SM após rebaixamento

    Foto: Reprodução/GZH/Youtube A dor do rebaixamento do Inter de Santa Maria  ganhou contornos dramáticos nas palavras de um de seus jogadores mais identificados com o clube. O atacante Jarro , remanescente da campanha vitoriosa do acesso em 2025, não buscou muletas ou justificativas externas após o empate em 1 a 1 com o Monsoon, que selou o destino alvirrubro. Em um depoimento carregado de autocrítica, o atleta chamou para si e para os companheiros a responsabilidade integral pelo descenso. "Perdão por a gente não conseguir o objetivo. Sentimento ruim, cara. Eu que estou aqui há bastante tempo, ajudei a subir esse time. E hoje também sou um dos principais que ajudam a fundar o time. É triste. Nossa torcida, nossa direção, tudo que vem fazendo por nós não merece tudo isso", desabafou o jogador em entrevista ao repórter Rogério Giaretta Júnior em GZH. Responsabilidade exclusiva do elenco Questionado se o estado do gramado do Estádio Presidente Vargas — alvo constante de críticas de adversários — teria prejudicado o estilo de jogo proposto no início do campeonato pelo ex-técnico Bruno Coutinho, Jarro foi categórico ao rejeitar o argumento. Para ele, o problema não foi o campo, nem a troca constante de comando técnico. "Cara, acredito que não. A culpa é dos jogadores. Tivemos três comissões e não adiantou. Não adianta a gente botar a culpa no campo, botar a culpa em algum treinador. Porque quem corre dentro de campo é a gente. Então a gente tem que ser homem e assumir que nós que baixamos o clube", afirmou. Momento de silêncio e reflexão Sem meias palavras, o atacante rechaçou qualquer tentativa de suavizar o impacto da queda perante a comunidade de Santa Maria. O tom foi de "mea culpa" absoluto e um pedido para que o elenco reconheça o tamanho do fracasso esportivo diante de uma cidade que esperou 14 anos para ver o clube na elite. "Não adianta eu estar aqui falando palavras bonitas para tentar amenizar as coisas. A gente que deixou o clube nessa condição e é de entristecer, é de criar vergonha na cara, é de ficar quietinho, não falar nada e refletir. Só isso", concluiu o atacante.

  • "Perdemos para nós mesmos", desabafa Chiquinho após rebaixamento do Inter SM

    Foto: Renata Medina/Inter SM O silêncio na Baixada só não foi maior que o peso das palavras do ídolo Chiquinho . Coube ao agora técnico interino a dura missão de explicar a queda do Inter de Santa Maria , após 14 anos de espera para voltar à elite. O time se despediu do Gauchão com uma rodada de antecedência após o empate em 1 a 1 com o Monsoon . Sem a presença do presidente Pedro Della Pasqua, suspenso pelo TJD, o comandante alvirrubro não fugiu da responsabilidade e fez um diagnóstico doloroso da queda. Para Chiquinho, o descenso não foi fruto apenas do mérito dos adversários, mas de falhas internas que se tornaram crônicas ao longo da temporada. "É um momento difícil de estar aqui. Infelizmente, nós perdemos para nós mesmos . Uma situação que foi recorrente durante a temporada, onde perdemos muitos gols. Isso acaba prejudicando as vitórias que sempre buscamos. Pedimos desculpas ao torcedor", lamentou o treinador. O peso do planejamento e a "falta de personalidade" O comandante também refletiu sobre a montagem do elenco. O Inter SM optou por manter a base que conquistou o acesso em 2025, acreditando na identificação dos atletas com o clube. No entanto, o que funcionou na Divisão de Acesso não foi suficiente para a Série A. Chiquinho admitiu que erros de planejamento, que antes eram "mascarados" pelas vitórias, ficaram expostos com o fracasso atual. "Cometemos erros também no planejamento, na montagem do elenco. Neste ano, procuramos manter grande parte do grupo, entendendo que eram atletas identificados. Mas o detalhe, infelizmente, foi contra nós mesmos mais uma vez. Não vamos trazer justificativa. Todos nós temos culpa", afirmou categoricamente. Eficiência: o calcanhar de Aquiles Questionado sobre o desempenho técnico no quadrangular final, onde o time teve chances de somar pontos cruciais, Chiquinho apontou a falta de maturidade e eficiência no terço final do campo como o golpe de misericórdia nas pretensões do clube. "De repente, em certos momentos, faltou personalidade, assumir responsabilidades individuais de concluir com mais eficiência. Em todos os jogos nós construímos, em alguns saímos na frente, mas, principalmente nesse quadrangular final, nós demos resultados para os adversários", analisou. Com o rebaixamento selado, o Inter SM agora entra em um período de reflexão profunda. O clube terá de repensar toda a sua estrutura de futebol para que o retorno à elite não demore mais uma década e meia para acontecer.

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