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  • Livro reconstrói a trajetória de um dos defensores mais temidos do futebol gaúcho entre 1959 e 1977

    Foto: Acervo Pessoal Entre 1959 e 1977, o futebol do interior do Rio Grande do Sul viveu uma era em que coragem, astúcia e reputação pesavam tanto quanto técnica. Foi nesse cenário que surgiu Daizon Pontes — um zagueiro alto, temido e reverenciado, capaz de impor respeito antes mesmo de a bola rolar. Personagem central de um futebol bruto, visceral e hoje impossível de existir, Daizon transformou-se em lenda ainda em atividade.   Mais do que um jogador violento, Daizon foi um estrategista. Profundo conhecedor dos códigos não escritos do futebol de sua época, construiu uma aura que misturava medo e admiração, fazendo de cada partida um território psicológico. Sua fama atravessou campos, cidades e décadas, alimentada por histórias reais, lendas exageradas e episódios que o colocaram no centro de algumas das páginas mais controversas do futebol brasileiro.   No livro Daizon — o zagueiro que virou lenda , o jornalista e pesquisador Lucas Scherer reconstrói, ano a ano, a trajetória de um personagem maior que o jogo. Da infância às margens do Rio Taquari, em General Câmara, ao auge nos gramados de Passo Fundo e além; das expulsões às excursões internacionais; dos confrontos memoráveis aos bastidores de um futebol livre de câmeras, VAR e protocolos disciplinares rígidos.   A obra traz um levantamento completo da carreira do jogador, com a relação de todos os 558 jogos disputados, estatísticas detalhadas e a seleção das 30 partidas mais inesquecíveis — para o bem ou para o mal. O livro também revive a mística dos Irmãos Metralha, a dupla formada com o irmão João, e aborda episódios que se tornaram folclóricos no imaginário do futebol brasileiro, como a morte de um cachorro dentro de campo, o primeiro caso de doping registrado no país, o primeiro jogador a agredir um árbitro e o recorde nacional de expulsões.   Com rigor histórico, apuração minuciosa e sensibilidade narrativa, o livro não procura absolver nem condenar seu personagem. Busca compreender. Revela o homem por trás do mito e o contexto que permitiu que ele existisse — oferecendo, ao mesmo tempo, o retrato de uma época, de um futebol e de um país que já não cabem nas regras modernas, mas permanecem vivos na memória.   O autor:  Lucas Scherer é jornalista formado pela Universidade de Passo Fundo (UPF) e atua na imprensa desde 1996. Pesquisador dedicado à história do futebol gaúcho, é um dos fundadores da APEFUG (Associação dos Pesquisadores do Futebol Gaúcho).   É autor dos livros Bebeto — O Canhão da Serra (2010), Os Donos da Bola — O Campeonato Citadino de Futebol de Passo Fundo (2012), Almanaque Tricolor — Os 30 anos do EC Passo Fundo (2016), Passo-Fundenses Olímpicos (2016), Eu Sou Gaúcho! (2018), O Livro Alviverde — Os 100 anos do Sport Clube Gaúcho (2018), além das edições do Anuário do Futebol Passo-Fundense, publicadas entre 2012 e 2021 — um trabalho contínuo de documentação, pesquisa histórica e preservação da memória esportiva regional.   As obras podem ser baixadas gratuitamente no site Futebol de Passo Fundo ou adquiridas em versão impressa, a preço de custo, no site da editora Uiclap ( uiclap.bio/futeboldepassofundo ).   Ficha técnica Livro:   Daizon — o zagueiro que virou lenda Autor:  Lucas Scherer Preço de capa: R$ 41,77 + envio Páginas:  284 Formato:  16 x 23 cm ISBN:  978-65-01-86198-2 Versão impressa: uiclap.bio/futeboldepassofundo Versão em PDF: futeboldepassofundo.com.br (download gratuito)

  • Ca-Ju 100: Juventude vence no último suspiro com interferência do VAR e "título" simbólico; Grená contesta

    Foto: Fernando Alves/Juventude O centésimo Clássico Ca-Ju da história do Campeonato Gaúcho foi decidido da forma mais dramática possível. Na noite desta quinta-feira, no Estádio Alfredo Jaconi, o Juventude venceu o Caxias por 1 a 0 , com um gol do zagueiro Rodrigo Sam  no último lance da partida. O lance precisou de uma longa revisão do VAR para validar o gol, após o assistente assinalar impedimento no campo, incendiando os ânimos na Serra Gaúcha. O Jogo: Da superioridade Grená ao ferrolho O Caxias iniciou a partida melhor, dominando as ações e impedindo o Juventude de criar. No entanto, o roteiro mudou drasticamente aos 25 minutos do primeiro tempo, quando o zagueiro chileno Andrés Robles , do Caxias, foi expulso. Com um homem a menos, o técnico Fernando Marchiori montou um "ferrolho" defensivo. O Juventude passou a ter o controle total da posse de bola, mas esbarrou em uma defesa sólida durante quase 70 minutos. No segundo tempo, a pressão alviverde aumentou, culminando no gol salvador após cobrança de falta nos acréscimos. As Vozes do Clássico Maurício Barbieri: "O primeiro título da temporada" Para o comandante alviverde, a vitória teve um peso muito além dos três pontos. Barbieri destacou a resiliência de sua equipe para furar o bloqueio rival. "A partir da expulsão, é natural que o adversário se retraia. Naquele momento, faltou sermos mais contundentes, mas fomos coroados pelo volume que apresentamos. Sensação muito positiva, considero que levamos o primeiro título da temporada: o Clássico", celebrou Barbieri. Fernando Marchiori: Bronca com a arbitragem Pelo lado grená, o sentimento era de frustração. Marchiori lamentou a expulsão evitável e questionou a origem do lance que gerou o gol da derrota. "Tínhamos alertado para não tomar cartões desnecessários. A organização foi perfeita, os atletas se sacrificando e estava tudo controlado até a última bola. Tenho dúvida da falta na origem, na lateral. Recebi as imagens das linhas traçadas e não mostram claramente a situação [do gol]", reclamou o técnico do Caxias.

  • TJD/RS julga recursos decisivos de racismo na Série A2, perda de mando e confusões no Bra-Pel

    O Plenário do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/RS) terá uma manhã de segunda-feira (26) agitada em Porto Alegre. A partir das 09:30 , os auditores julgarão quatro recursos de grande impacto envolvendo clubes tradicionais do interior gaúcho. A pauta é dominada por casos de injúria racial  e incidentes de segurança ocorridos na reta final da temporada de 2025. Confira o detalhamento dos processos que serão reavaliados: 1. Veranópolis: Caso de racismo na semifinal da Divisão de Acesso O primeiro item da pauta remete ao confronto decisivo entre Veranópolis e Inter-SM  em 2025. O VEC tenta reverter ou abrandar a condenação por um episódio de injúria racial de um torcedor contra um segurança do clube. Punição atual:  Multa de R$ 6.000,00 e perda de um mando de campo. Destaque:  O torcedor identificado foi proibido de frequentar estádios por 720 dias. 2. Clássico Bra-Pel: Arremessos e acusação de injúria racial O clima tenso do clássico pela Copa FGF 2025 chega ao Plenário. O Pelotas  recorre de suspensões e multas, enquanto a Procuradoria do TJD quer punir o clube por um suposto ato racista de um torcedor, do qual o clube foi inicialmente absolvido. Punição atual (Pelotas):  Multa de R$ 1.000,00, perda de dois mandos de campo e suspensão do atleta Lucas Vergilio por dois jogos. O impasse:  A Procuradoria contesta a absolvição no caso de injúria racial após análise de imagens. 3. Brasil de Pelotas: Racismo contra jogador do Gaúcho Ainda pela Copa FGF, o Xavante responde por um episódio ocorrido no Estádio Bento Freitas no jogo de ida do mata-mata contra o Gaúcho de Passo Fundo. Um torcedor teria proferido ofensas racistas contra um atleta visitante na saída de campo. Punição atual:  Multa de R$ 5.000,00 e perda de um mando de campo. 4. Brasil de Pelotas: Festa do título e invasão de campo O último processo foca na final da Copinha FGF, em que o Brasil sagrou-se campeão sobre o Aimoré. O julgamento analisa a série de eventos que marcou a decisão no Bento Freitas, incluindo o uso de sinalizadores e a invasão em massa após o título. Status atual:  O clube havia sido absolvido da maioria dos fatos, recebendo apenas multa de R$ 2.400,00. O que está em jogo:  O tribunal reavalia os arremessos de bobinas, uma tentativa de invasão antes do fim do jogo, a invasão em massa após o apito final e a suposta agressão a um atleta do Aimoré durante a comemoração. Impacto para a Temporada 2026 As decisões de segunda-feira são fundamentais, pois as perdas de mando de campo, se mantidas, deverão ser cumpridas nas competições oficiais da atual temporada (Divisão de Acesso e Copa FGF). Para a dupla Bra-Pel e para o VEC, o resultado pode significar jogar longe de seus torcedores.

  • Reação no Gauchão: São Luiz e Avenida conquistam as primeiras vitórias

    A rodada do meio de semana do Gauchão 2026 foi marcada pelo fim de jejuns. Em Ijuí e Santa Cruz do Sul, os donos da casa fizeram o dever de casa, somaram os primeiros três pontos na tabela e deram um salto importante na luta pela classificação e contra o rebaixamento. São Luiz vence o Novo Hamburgo e entra no G4 No Estádio 19 de Outubro, o São Luiz  confirmou sua força como mandante ao derrotar o Novo Hamburgo por 1 a 0 . Após um primeiro tempo equilibrado, o gol da vitória saiu aos 13 minutos da etapa final: Araújo  balançou as redes, garantindo a festa da torcida rubra. Com o resultado, o time de Ijuí chegou aos 5 pontos  e ingressou no G4 do Grupo A , ocupando a zona de classificação para as quartas de final. O Rubro agora ganha confiança para a sequência da competição. Avenida atropela o Ypiranga com show de Wellisson Em Santa Cruz do Sul, o Avenida  conquistou uma vitória com autoridade no Estádio Eucaliptos. O "Nida" não tomou conhecimento do Ypiranga — que vinha embalado por uma vitória épica de virada sobre o Internacional — e aplicou um contundente 3 a 0 . O grande destaque da partida foi o atacante Wellisson , que marcou dois gols logo no início do jogo, desestruturando a estratégia do time de Erechim. Para fechar a conta, Igor Silva (contra) ampliou para os mandantes. Apesar da goleada, o Avenida soma 4 pontos  e ainda figura no Z2 do Grupo A, mas agora está "na cola" do próprio São Luiz, diminuindo a distância para a zona de classificação para apenas um ponto.

  • Técnico gaúcho é promovido ao sub-20 do Atlético-MG

    Foto: Fabio Pinel/Atlético-MG/Divulgação O técnico Henrique Teixeira foi promovido para o comando da equipe Sub-20 do Clube Atlético Mineiro, dando mais um passo importante em sua trajetória dentro do clube. A ascensão é resultado direto do trabalho desenvolvido nas categorias de base, marcado por desempenho consistente, títulos relevantes e um processo sólido de formação de atletas. Gaúcho, Teixeira estava à frente do Sub-17 do Atlético-MG, após também ter comandado a equipe Sub-15. Entre 2023 e 2025, seus números reforçam a efetividade do trabalho: foram 18 competições disputadas, com 12 títulos conquistados. O último deles foi o título do Campeonato Brasileiro Sub-17, uma das principais competições da categoria no país. “Fiquei muito feliz, é uma aposta na minha continuidade e também um retorno positivo ao trabalho que está sendo feito. Considero essa uma oportunidade única na minha vida e vou fazer o possível para colocar o Atlético-MG entre os melhores em todas as competições que vamos participar”, comemora o técnico. Formado em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o treinador possui Licença A pela CBF Academy e é mestre em Treino de Alto Rendimento – Futebol pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, em Portugal. A formação acadêmica aliada à vivência prática em clubes tradicionais como Grêmio, Cruzeiro, Sport Lisboa e Benfica e Futebol Clube Infesta (Portugal) contribuiu para a construção de um perfil de trabalho estruturado e alinhado aos processos do Atlético-MG.

  • Ataque zero: Inter SM de Bruno Coutinho passa em branco pela 4ª vez seguida no Gauchão

    Foto: Renata Medina/Inter SM O torcedor do Internacional de Santa Maria  vive uma angustiante espera que parece não ter fim. Após o apito final na derrota por 2 a 0 para o Internacional, no Beira-Rio, na noite desta quarta-feira (21), o Alvirrubro atingiu uma marca incômoda: são 5.411 dias  sem balançar as redes em uma partida da Série A do Campeonato Gaúcho. A última vez que o Alvirrubro comemorou um gol na primeira divisão foi no longínquo ano de 2011 , temporada de seu último rebaixamento. Desde o retorno triunfal à elite no ano passado, a expectativa pela primeira explosão de alegria da torcida vem sendo adiada rodada após rodada. A seca em 2026: Quatro jogos, nenhum gol Sob o comando do técnico Bruno Coutinho , o Inter-SM tem demonstrado solidez defensiva em alguns momentos, mas um ataque inoperante que preocupa para a sequência da competição. Em quatro partidas disputadas até agora, o placar do lado alvirrubro permaneceu estático: São José 0x0 Inter-SM Inter-SM 0x0 São Luiz Inter-SM 0x1 Juventude Internacional 2x0 Inter-SM Ao todo, são 360 minutos de futebol  (sem contar os acréscimos) nesta temporada sem que o grito de gol saísse da garganta do torcedor de Santa Maria. Pressão sobre Bruno Coutinho O treinador, que já havia elevado o tom das cobranças sobre o grupo após o revés contra o Juventude, agora precisa encontrar soluções urgentes para o setor ofensivo. O time até cria chances, mas peca na finalização. O próximo desafio será fora de casa, em um duelo direto contra o Guarany de Bagé , no Estádio Estrela Dalva, neste sábado (24). Para o Inter-SM, a partida não vale apenas três pontos na tabela; vale o fim de uma escrita que já dura quase 15 anos e o alívio para uma torcida que não aguenta mais esperar para celebrar.

  • Clubes do interior gaúcho entrarão na segunda fase da Copa do Brasil 2026

    Foto: Amanda Paiva/CBF/Divulgação A Copa do Brasil 2026  promete ser a maior e mais impactante edição da história do torneio. Em sua 38ª edição, a competição organizada pela CBF alcançará a marca recorde de 126 clubes participantes , sendo a primeira vez que o certame ultrapassa a barreira das 100 equipes desde sua criação em 1989. Para o futebol do Rio Grande do Sul, a notícia é positiva: posicionamento dos clubes no ranking da CBF, todos os representantes do interior estado devem entrar diretamente na segunda fase da competição , pulando o estágio inicial. Grêmio e Inter entram na quinta fase. A elite gaúcha no torneio O Rio Grande do Sul chega com um grupo de peso, mesclando a tradição dos multicampeões com a força do interior. Confira os clubes gaúchos confirmados e o seu histórico na competição: Grêmio:  32 participações (Pentacampeão) Internacional:  31 participações (Campeão em 1992) Juventude:  24 participações (Campeão em 1999) Caxias:  15 participações Ypiranga:  8 participações São Luiz:  4 participações Guarany de Bagé:  1 participação (estreante na era moderna do torneio) Mudanças drásticas no regulamento A edição de 2026 não traz apenas um aumento no número de times (saltando de 92 para 126), mas também alterações profundas na dinâmica da disputa: Final em Jogo Único:  Seguindo o modelo de competições como a Libertadores e a Champions League, o título será decidido em uma única partida. Prêmio para o Vice:  Pela primeira vez, o vice-campeão da Copa do Brasil terá como "prêmio de consolação" uma vaga na fase preliminar da Libertadores de 2027 . Partidas Únicas:  Da primeira à quarta fase, os confrontos serão eliminatórios em jogo único. Em caso de empate, a decisão vai direto para os pênaltis. Mata-mata tradicional:  O formato de ida e volta (casa e fora) retorna apenas a partir da quinta fase (oitavas de final), seguindo assim até a semifinal. Evolução Histórica do Número de Participantes Desde sua fundação, a Copa do Brasil passou por diversas expansões, consolidando-se como o torneio mais democrático do país: 1989:  32 clubes 2001 - 2012:  64 clubes 2021 - 2025:  92 clubes 2026:  126 clubes Com 17 estreantes absolutos e um total de 415 clubes já tendo passado pela história do torneio, a Copa do Brasil 2026 reforça seu status de "milionária" e imprevisível, especialmente com o novo formato de jogo único nas fases iniciais.

  • CBF flexibiliza exigência de público para a 1ª fase da Copa do Brasil

    Foto: Lais Torres/CBF A Confederação Brasileira de Futebol ( CBF ) confirmou uma alteração importante no regulamento da Copa do Brasil 2026 . Em uma medida que beneficia clubes de menor orçamento e cidades menores, a entidade reduziu pela metade a capacidade mínima exigida para os estádios que receberão os jogos da primeira fase da competição nacional. Agora, os estádios precisam comportar apenas 2 mil espectadores  para estarem aptos a sediar partidas da fase inaugural. A exigência anterior, divulgada há cerca de duas semanas, era de 4 mil lugares — mesmo patamar utilizado em 2025. Proibição de arquibancadas provisórias Apesar da redução na capacidade mínima, a CBF manteve uma restrição rigorosa: segue proibida a instalação de arquibancadas provisórias . No ano passado, os clubes ainda podiam recorrer a essas estruturas móveis para atingir o limite mínimo, mas em 2026 essa alternativa foi vetada, o que torna a estrutura física fixa dos estádios o único critério válido. Impacto no Rio Grande do Sul A mudança, embora significativa para o cenário nacional, não deve afetar os clubes gaúchos . Isso porque, devido ao ranking nacional dos clubes, as equipes do Rio Grande do Sul devem entrar na competição diretamente na segunda fase , momento em que a exigência volta a subir para os 4 mil lugares. Capacidade mínima por fase em 2026: Para os clubes que avançarem no torneio, as exigências de infraestrutura aumentam gradualmente conforme a importância dos confrontos: Fase da Competição Capacidade Mínima Primeira Fase 2 mil lugares Segunda à Quarta Fase 4 mil lugares Quinta fase (Oitavas) às Quartas de Final 10 mil lugares Semifinal e Final 15 mil lugares

  • Sem banda: Guarany explica veto a instrumentos da torcida do Grêmio no Estrela D’Alva

    Foto: Lucas Uebel/Grêmio A noite de Gauchão em Bagé começou com polêmica fora das quatro linhas. O embate entre Guarany e Grêmio , marcado para as 21h30 desta quarta-feira (21), teve os bastidores agitados por conta da proibição da entrada de instrumentos musicais da banda da torcida visitante. Após a repercussão negativa nas redes sociais, a diretoria do índio emitiu uma nota oficial detalhando os motivos da decisão, que partiu do Comando da Brigada Militar. Falta de documentação e tempo hábil De acordo com o Guarany, as diretrizes de segurança foram definidas em reunião prévia com a Brigada Militar e representantes do Grêmio. O veto ocorreu porque o clube de Porto Alegre não teria enviado, em tempo hábil, um ofício com a relação detalhada dos instrumentos e a identificação dos responsáveis , requisito exigido pelas forças de segurança para a manutenção da ordem pública. "Diante de pedidos realizados pelo Grêmio para autorização de entrada da banda, este restou vetado pelo Comando da Brigada Militar por não preencher este requisito", diz trecho da nota. Reciprocidade e "respeito ao torcedor" Um ponto que chamou a atenção no comunicado foi a menção a episódios anteriores de falta de reciprocidade. O Guarany relembrou que, em 2022 e 2024 , a sua própria torcida organizada, a Barra do Índio , também foi impedida de utilizar instrumentos em jogos realizados na Arena do Grêmio  e em outros estádios deste campeonato por questões burocráticas similares. O clube ressaltou que a medida visa garantir a segurança de todos os presentes e o cumprimento das regras estabelecidas pela Brigada Militar, afirmando que a decisão é uma questão de "respeito ao torcedor" bageense e às normas vigentes.

  • Clube do Gauchão irá a julgamento no TJD por arremesso de objeto no campo

    Foto: Adão Paz Junior/FGF/Divulgação O Guarany de Bagé  terá que responder perante a justiça desportiva por um incidente ocorrido logo na primeira rodada do Gauchão 2026. O clube foi denunciado pela Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RS) devido ao arremesso de um objeto no gramado do Estádio Estrela D’Alva durante a partida contra o Monsoon, realizada no dia 10 de janeiro. A denúncia baseia-se no relato da súmula do árbitro Rafael Rodrigo Klein . Segundo o documento oficial, aos 12 minutos do segundo tempo, um isqueiro foi arremessado em direção aos jogadores do Monsoon enquanto eles comemoravam um gol. O objeto partiu do setor destinado à torcida local, mas não chegou a atingir nenhum atleta. Detalhes do Julgamento e Riscos O clube foi enquadrado no Artigo 213, III, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) , que trata da falha em prevenir ou reprimir o lançamento de objetos no campo de jogo. Data e Local:  O julgamento está marcado para esta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, às 14h . Sede:  Plenário do TJD-RS, na Avenida Ipiranga, nº 10, em Porto Alegre. Possível Pena:  Caso seja condenado, o Guarany FC pode receber uma multa que varia de R$ 100,00 a R$ 100.000,00 . Relatoria:  O processo (nº 001/26) está sob a responsabilidade da Dra. Adriana Putton.

  • FGF define o roteiro da base: Confira o calendário das competições para 2026

    A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) oficializou o calendário de competições para as categorias de base na temporada de 2026. O cronograma abrange desde o Festival sub-9 e 11 para os atletas mais jovens até as competições de elite nas categorias Sub-17 e Sub-20, garantindo atividade para as promessas do futebol gaúcho durante todo o ano. A temporada terá início no mês de março com as principais divisões juvenis. Além dos campeonatos estaduais divididos por níveis (A1 e A2), o calendário também prevê a realização de festivais e competições de nível regional. Cronograma das competições de elite e acesso Gauchão Sub-17 A1:  A competição abre o calendário em 15 de março e se estende até 20 de junho, totalizando 14 datas. Gauchão Sub-20 A1:  A principal categoria de formação começa em 22 de março e termina em 12 de julho, também com 14 datas programadas. Gauchão Sub-20 A2:  A divisão de acesso da categoria Sub-20 ocorre entre 03 de maio e 02 de agosto, com 14 datas. Gauchão Sub-17 A2:  Para os clubes que buscam o acesso no Sub-17, o torneio será realizado de 25 de julho a 07 de novembro, sendo a competição mais longa, com 16 datas. Categorias de iniciação e competições regionais Gauchão Sub-15:  Os jovens do Sub-15 entram em campo de 16 de maio a 15 de agosto, cumprindo 14 datas. Gauchão Sub-13:  A categoria Sub-13 terá seu campeonato realizado entre 29 de agosto e 28 de novembro, em 14 datas. Festival Sub-09 e Sub-11:  Para os menores, a FGF promove a 2ª edição do festival em julho de 2026 e a 3ª edição em dezembro de 2026. Copa Sul (Sub-15, Sub-17 e Sub-20):  O torneio regional está previsto para ocorrer entre agosto e novembro, embora as datas específicas ainda não tenham sido definidas pela federação.

  • Avenida anuncia a contratação do meia colombiano Índio Ramírez

    Foto: Divulgação/Avenida O Avenida  movimentou o mercado do Gauchão 2026 nesta terça-feira. Em busca de recuperação na tabela, o Periquito anunciou a contratação do meio-campista colombiano Juan Pablo Ramírez , de 28 anos. Conhecido no futebol brasileiro como Índio Ramírez, o jogador chega a Santa Cruz do Sul para ser o novo criador do time comandado por Gabriel Dutra na sequência do campeonato estadual. Ramírez não é um desconhecido do público brasileiro. O meia canhoto teve passagens marcantes pela Série A do Brasileirão vestindo as camisas do Bahia  e do América-MG , onde demonstrou qualidade. Sua contratação é vista como um movimento estratégico da diretoria para qualificar o setor de criação, que tem tido dificuldades neste início de temporada. Bagagem Internacional e Experiência A trajetória do novo reforço do Avenida é extensa e inclui passagens por mercados alternativos e gigantes sul-americanos: Colômbia:  Formado no Atlético Nacional . Ásia:  Atuou pelo Qingdao West Coast, da China. Europa:  Sua última equipe foi o Anorthosis, do Chipre. A chegada de Ramírez traz esperança ao torcedor nos Eucaliptos. Com um currículo que inclui convocações para seleções de base da Colômbia e experiência em competições de alto nível, o meia deve assumir o protagonismo tático do Avenida, que atualmente luta para sair da parte de baixo da classificação do Grupo A. A expectativa agora fica por conta da regularização do atleta no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. Se os trâmites burocráticos forem agilizados, o colombiano poderá estar à disposição já para os próximos compromissos decisivos do Periquito.

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