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Foto: Luiz Erbes / S.E.R. Caxias

O clima para a quarta rodada da Série C do Brasileirão subiu de temperatura fora das quatro linhas. Na véspera do confronto contra o Ypiranga, marcado para esta segunda-feira (27), às 20h, no Estádio Centenário, o presidente do Caxias, Roberto de Vargas, apimentou a rivalidade estadual. Em entrevista ao programa Show dos Esportes, da Rádio Gaúcha Serra, o mandatário grená relembrou da postura do clube de Erechim e aproveitou para "cornetar" o rival local, o Juventude.


Recado para Erechim: "História não é um jogo"


A mágoa de Roberto de Vargas vem desde o Gauchão 2026, quando o Ypiranga venceu o Caxias por 2 a 0 em pleno Centenário e, segundo o dirigente, exagerou nas provocações em suas redes sociais. O presidente questionou a representatividade do adversário e prometeu resposta após o apito final.

"Estou preparando até uma frase para depois do jogo para o meu amigo Adilson (Stankiewicz, vice-presidente do Ypiranga). Não pegou bem as postagens depois do jogo. Foi só um jogo em que eles foram bem superiores. Tiveram sorte, mas não é uma história. História é o tempo de vida, é o comprometimento da torcida. E isso, com certeza, a gente tem muito mais que o Ypiranga", disparou De Vargas.

O dirigente reforçou que o peso da camisa grená no cenário nacional e estadual supera o momento vivido pelo Canarinho: "A representatividade no Estado e no país... estou aguardando ele", completou, em tom de brincadeira ao amigo.


Santuário para a bola do Ca-Ju


Se com o Ypiranga o tom foi de brincadeira, com o Juventude a tônica foi a flauta. Aliviado por ter vencido o seu primeiro clássico como presidente na Copa Sul-Sudeste, De Vargas revelou uma brincadeira que fez com o presidente alviverde, Fábio Pizzamiglio.

"Na minha gestão, eu não tinha ganhado Ca-Ju. Quero falar para o Fábio que levei a bola embora. Vou fazer um santuário para a bola, vou bater uma foto e vou mandar para ele", brincou o mandatário, celebrando o fim do jejum pessoal contra o maior rival.

As declarações de Roberto de Vargas colocam ainda mais responsabilidade sobre o elenco de Marcelo Cabo. O Caxias precisa da vitória para subir na tabela da Série C e, agora, para sustentar as palavras de seu presidente contra um Ypiranga que vem fazendo campanha sólida na competição.

 
 

O Estádio João Martins foi palco de uma tarde memorável e carregada de emoção no último sábado. Após mais de uma década de silêncio e inatividade profissional, o 14 de Julho, o tradicional "Leão da Fronteira", deu o seu primeiro passo oficial rumo ao recomeço. Em um amistoso festivo contra a equipe Sub-20 do Brasil de Pelotas, o time santanense venceu por 3 a 2, mas o placar foi apenas um detalhe diante do simbolismo da partida.


A Força da Torcida e o "Gol do Recomeço"


O maior destaque da tarde não esteve apenas dentro das quatro linhas, mas nas arquibancadas. A comunidade de Santana do Livramento abraçou a ideia do retorno: mais de dois mil torcedores lotaram o João Martins, criando uma atmosfera de decisão que há muito não se via no estádio.


O momento de maior explosão ocorreu quando o atacante Michel balançou as redes, marcando o primeiro gol do clube neste novo capítulo de sua história centenária. A vitória contra a garotada do Xavante serviu para mostrar que, apesar do longo tempo parado, a mística do Leão segue viva.


Passado e Futuro se Encontram


O evento foi planejado para homenagear aqueles que construíram a trajetória do clube. O jogo contou com a presença de nomes históricos que defenderam as cores rubro-negras no passado, unindo diferentes gerações de ídolos e torcedores em um movimento de resgate da identidade do 14 de Julho.


O Que Vem Pela Frente?


Este amistoso é considerado o "marco zero" para o planejamento da diretoria. Com o apoio da torcida demonstrado no sábado, o clube ganha fôlego extra para:


  • Estruturar o departamento de futebol;

  • Se filiar novamente à FGF;

  • Buscar parcerias e patrocínios baseados no engajamento da comunidade;

  • Recuperar o gramado do e outras estruturas do Estádio João Martins;


O recomeço foi com o pé direito — e com o rugido de um estádio inteiro que provou que o 14 de Julho nunca deixou de existir no coração de sua gente.

 
 
Foto: Vitor Soccol/Caxias

O departamento jurídico do Caxias obteve uma vitória importante nos tribunais nesta sexta-feira (24), embora o reflexo imediato ainda seja de desfalque para o técnico Marcelo Cabo. Conforme o repórter Rafael Rinaldi, do Jornal Pioneiro, o atacante Felipe Rangel teve sua suspensão drasticamente reduzida, mas ainda assim não poderá enfrentar o Ypiranga na próxima segunda-feira (27), pela quarta rodada da Série C.


O julgamento do recurso ocorreu na sede da OAB, em Brasília, e tratou da punição aplicada ao atleta por incidentes ocorridos quando ele ainda defendia o São Luiz, na Copa do Brasil.


A Decisão do STJD


A defesa grená foi bem-sucedida ao convencer os auditores a reavaliarem a gravidade da conduta de Rangel (que havia ofendido a arbitragem após a eliminação do time de Ijuí frente ao Maranhão). Por unanimidade, o tribunal decidiu pela desqualificação do artigo em que o jogador estava incurso:


  • Punição Anterior (Art. 243-F do CBJD): Previa quatro jogos de suspensão e multa de R$ 200,00.

  • Nova Decisão (Art. 258 do CBJD): A conduta foi reclassificada para "atitude contrária à disciplina ou à ética esportiva", resultando em apenas um jogo de suspensão e a exclusão da multa financeira.

 
 
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