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O Brasil oficializou mais uma peça para a engrenagem do seu meio-campo na temporada 2026. O novo reforço é o meia Guilherme Givigi, de 23 anos, que chega ao Estádio Bento Freitas com o selo de formação de uma das principais bases do país: o Fluminense/RJ.


A contratação faz parte do pacote de investimentos da era SAF, que busca atletas jovens, com boa escola técnica e potencial de valorização, conforme as diretrizes de "longo prazo" traçadas pelos gestores do consórcio.


DNA de Xerém e Rodagem Profissional


Givigi passou por todo o processo de formação em Xerém, conhecido pelo refinamento técnico de seus meio-campistas. Em sua transição para o futebol profissional, o atleta buscou ganhar minutagem em mercados competitivos:


  • Futebol Paulista: Defendeu o tradicional Paulista de Jundiaí, onde iniciou sua trajetória pós-base.

  • Futebol Mineiro: Seu último clube foi o Itabirito/MG, onde o meia teve a oportunidade de atuar em um cenário de ascensão no cenário de Minas Gerais.

 
 
Foto: @gcosta.jpg/Brasil

O Brasil vive o capítulo mais transformador de sua história centenária. Sendo o primeiro clube de tradição do Rio Grande do Sul a migrar para o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o Xavante agora atravessa a complexa transição entre o planejamento no papel e a implantação prática no dia a dia do Estádio Bento Freitas.


Integrantes do Consórcio Xavante, os gestores Fábio Bampi e Fernando Ferreira trouxeram a público um diagnóstico detalhado que revela a magnitude do desafio: o endividamento do clube é considerado "descomunal", atingindo cifras de 14 a 15 vezes a receita anual da instituição.


Infraestrutura: Da Academia ao Sonho do CT


A face visível da mudança já começou pelos bastidores. De acordo com Fábio Bampi, a reestruturação física é ampla e urgente. A academia do clube foi totalmente reestruturada com novos equipamentos, mas o foco imediato está na liberação do estádio para a temporada.

"Está sendo feito todo um estudo do Bento Freitas. Agora a gente está analisando toda a situação de campo e tem a questão do CT, que a gente não tem e estamos correndo atrás. São várias questões fora do campo que dão tanto trabalho quanto o campo para deixar o clube como a gente espera que ele seja", afirmou Bampi, confirmando que os laudos para a liberação do estádio devem ser resolvidos ainda nesta semana.

Gestão de Crise: O "Nó" das Dívidas


Fernando Ferreira não escondeu a gravidade da situação financeira, classificando o volume de dívidas como um desafio em todas as áreas. O plano para estancar a sangria envolve engenharia jurídica e tributária pesada.

"Temos uma negociação de uma recuperação judicial, uma transação tributária... é um volume de endividamento muitíssimo alto. Isso precisa ser endereçado, inclusive as dívidas extraconcursais. Precisamos qualificar as pessoas, tornar a marca valiosa, atrair profissionais, pagar dívida e investir em futebol ao mesmo tempo", revelou Ferreira.

Cultura Profissional e Foco Comercial


Um dos pontos centrais da nova era é a criação de departamentos que o clube não possuiu de forma profissionalizada. A área comercial foi citada como a maior urgência, por ser o motor de entrada de recursos.


Os gestores optaram por uma presença física constante em Pelotas durante esta transição para entender as carências reais antes de montar uma estrutura executiva definitiva. Ferreira destaca que a mudança é, acima de tudo, cultural:

"O clube não tem uma área comercial e precisa urgentemente disso, porque traz dinheiro para dentro. O projeto é ambicioso e já estamos dando autonomia e trabalhando a questão da cultura, dos objetivos e de onde o clube quer chegar."

Receptividade do Mercado


Apesar dos problemas herdados, a marca "Brasil de Pelotas" mostrou sua força. Bampi destacou que o projeto de longo prazo atraiu parceiros que sequer estavam no radar inicial do consórcio, gerando uma "receptividade espetacular" no mercado nacional.

 
 

O Guarany de Bagé segue reforçando seu sistema defensivo para as competições da temporada 2026. O Alvirrubro anunciou a contratação do zagueiro João Teixeira, de 28 anos, que chega ao Estrela D'Alva para trazer solidez e experiência ao elenco comandado pela nova comissão técnica.


Natural de Araraquara (SP), o defensor desembarca na Rainha da Fronteira vindo do Brasiliense, onde disputou as primeiras competições do ano. João Victor de Souza Teixeira possui um perfil que agrada à diretoria: um jogador com rodagem no futebol paulista e passagens pelo futebol europeu.


Bagagem Europeia e Rodagem Nacional


O novo xerife do Índio Bagé traz no currículo uma trajetória interessante, com destaque para sua passagem pelo futebol de Malta, onde defendeu dois dos principais clubes do país:


  • Futebol Internacional: Atuou pelo Mosta FC e pelo Hibernians FC, experiência que lhe conferiu uma leitura de jogo diferenciada e imposição física.

  • Futebol Brasileiro: No Brasil, além do Brasiliense, João Teixeira vestiu a camisa do Oeste (SP), clube conhecido por disputar divisões nacionais e o competitivo Paulistão.

 
 
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