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Foto: @gcosta.jpg/Divulgação

O torcedor xavante recebeu a notícia que tanto esperava para o duelo mais importante do semestre. Por meio de uma decisão administrativa do presidente do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RS), Airton Ruschel, o Brasil de Pelotas obteve a liberação para receber público na final da Recopa Gaúcha contra o Internacional, marcada para o dia 6 de maio, às 20h, no Estádio Bento Freitas.


A informação, trazida pelo Jornal A Hora do Sul, encerra uma semana de incertezas na Baixada. O clube carregava uma punição imposta pelo Pleno do STJD no último dia 10 de abril, que previa a perda de um mando de campo e multa de quase R$ 7 mil. A sanção era reflexo dos incidentes na final da Copa FGF 2025, quando a torcida invadiu o gramado para celebrar o título diante do Aimoré.


A Nova Punição: Solidariedade em campo


Para evitar que a decisão do título ocorresse de portões fechados — o que causaria um prejuízo técnico e financeiro —, o Brasil solicitou a conversão da pena. O pedido foi acatado pelo tribunal. A conversão é um ato administrativo que já foi usado por outros clubes até mesmo no Gauchão em momentos decisivos.


Com a mudança, o "castigo" esportivo transforma-se em uma ação social:


  • Público: Liberado integralmente para a decisão.

  • Nova Condição: O Brasil de Pelotas deverá destinar 15% da renda bruta da partida para entidades assistenciais devidamente credenciadas junto ao TJD.


 
 
Foto: Passo Fundo

O Passo Fundo anunciou nesta quinta-feira (23) uma movimentação estratégica no seu comando técnico. Através de nota oficial, o Tricolor do Planalto confirmou a cessão temporária do treinador Márcio Nunes ao Primavera AC, do Mato Grosso, para a disputa da primeira fase da Série D do Campeonato Brasileiro.


A medida ocorre em um momento de readequação do calendário do "Vermelhão da Serra". Originalmente, Márcio Nunes comandaria a equipe na Copa FGF, que inicia em maio. No entanto, após a decisão da diretoria de desistir da competição estadual — motivada pela incerteza sobre as vagas nacionais —, o treinador ficaria sem atividades oficiais até o início da Divisão de Acesso, previsto para agosto.


Vínculo Mantido e Foco no Acesso


O Passo Fundo fez questão de enfatizar que não se trata de uma saída definitiva, mas sim de um empréstimo em comum acordo. Márcio Nunes mantém seu vínculo ativo com o clube gaúcho e segue como peça central do planejamento para buscar o retorno à elite do Gauchão em 2027.

"O profissional segue integralmente comprometido com o planejamento estratégico e os objetivos da temporada do Vermelhão da Serra. Ao término deste período (junho de 2026), o treinador se reapresentará para dar continuidade ao trabalho de preparação visando a competição estadual", destacou o clube em nota.


O retorno de Márcio Nunes ao Estádio Vermelhão da Serra está programado para o final de junho, logo após o encerramento da participação do Primavera na quarta divisão nacional. A partir daí, o foco total será a pré-temporada para a busca do tão sonhado acesso no Rio Grande do Sul.

 
 
Foto: Max Peixoto/FGF

O futebol gaúcho está prestes a vivenciar uma mudança histórica em seu modelo de gestão. Conforme revelado pelo colunista Leonardo Oliveira, de GZH, o São José está em negociações avançadas para se tornar a primeira SAF (Sociedade Anônima do Futebol) de peso no cenário do Gauchão em 2027. O clube do Passo d'Areia já está em fase de revisão contratual para a venda de seu departamento de futebol a um grupo de investidores, cujo nome ainda é mantido sob sigilo.


Após a análise jurídica, o contrato será enviado para apreciação do Conselho Deliberativo do clube. Se aprovado, o "Zeca" dará um passo definitivo rumo a um projeto de expansão nacional com fortes ambições esportivas.


Um Legado de Gestão Empresarial


Diferente da maioria dos clubes tradicionais, o São José não é estranho à gestão corporativa. O clube já opera sob o modelo de clube-empresa desde 1994, quando foi comandado por Francisco Novelletto (ex-presidente da FGF). Dez anos mais tarde, o comando foi transferido para o Grupo Aspecir, que consolidou a estabilidade administrativa e financeira do Zeca nas últimas décadas.


De acordo com a apuração do jornalista do Grupo RBS, o grupo investidor tem uma visão de administração similar à do Red Bull Bragantino.


Proteção ao Patrimônio e Lucros Futuros


Um dos pontos cruciais que avançou a negociação foi a blindagem da identidade do clube. O acordo prevê que o patrimônio físico, as cores tradicionais, o escudo e os símbolos do São José sejam integralmente preservados.


Além disso, a estrutura do negócio garante uma fonte de receita perpétua para a parte associativa: 5% de toda e qualquer venda futura de atletas será destinada ao clube social.

 
 
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