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Foto: Renata Medina/Inter SM

O cenário no Estádio Presidente Vargas ganhou contornos ainda mais dramáticos nesta segunda-feira. Em entrevista à Rádio Imembuí, o presidente do Inter de Santa Maria, Pedro Della Pasqua, confirmou que deixará o comando do clube em outubro, encerrando um ciclo de quatro anos marcado pelo acesso histórico e pelo recente e doloroso rebaixamento.


O dirigente foi enfático ao afirmar que sua decisão é irreversível, citando o esgotamento pessoal e a necessidade de preservar sua vida particular após anos de dedicação exclusiva ao Alvirrubro. "Se eu seguir, vou perder mulher, vou perder filhas, vou perder família e emprego. Não dá mais", desabafou o mandatário.


Della Pasqua fez um balanço de sua gestão, relembrando a trajetória que tirou o clube de um longo hiato na Divisão de Acesso, mas lamentou a falta de engajamento da comunidade de Santa Maria no momento em que o clube finalmente alcançou a elite.


"Eu tenho orgulho do trabalho que desenvolvi, acho que reacendeu o Internacional e acordou esse gigante, mas é muito difícil uma primeira divisão sem todo mundo pegar junto, como eu imaginei que poderiam pegar", afirmou o presidente, que admitiu erros na montagem do elenco.

Sobre o futuro do clube, Pedro demonstrou preocupação com a sucessão e lançou um desafio às lideranças da cidade, alertando que o processo eleitoral será antecipado nos bastidores para evitar que o Inter fique sem presidente. "Eu não quero deixar o clube à deriva, jamais faria isso, mas se o único nome for o meu, o clube vai ficar à deriva porque eu não vou. Minha situação é definitiva. Alguém tem que ter a coragem de sentar na minha cadeira", disparou o dirigente.


O cronograma de saída já está traçado: após o último jogo do campeonato, no dia 8 de março, o Conselho Deliberativo será convocado para iniciar uma discussão que deve durar cerca de sete meses até a eleição em outubro. Della Pasqua espera que esse tempo seja suficiente para encontrar um nome sério que prepare o Internacional para o seu centenário em 2028.


"Até outubro é comigo. Vou deflagrar o processo eleitoral agora porque não posso simplesmente marcar eleições um mês antes e achar que vai vir alguém. Precisamos de uma solução encaminhada", concluiu o presidente, selando o início do fim de sua era na Baixada.

 
 
Foto: Santo Ângelo/Divulgação

O futuro do futebol nas Missões ganhou um capítulo decisivo na última quarta-feira (25/02). A diretoria do Santo Ângelo liderada pelo presidente Cláudio Somavilla, reuniu-se com a cúpula do governo municipal para pleitear suporte oficial ao projeto das categorias de base, que hoje já atende quase 100 adolescentes da região.


Recebidos pelo prefeito interino Carlos Gonçalves e pelos vereadores Jonatas Dutra Toledo e Vilson Rocha, os dirigentes apresentaram a estrutura atual das escolinhas e das categorias Sub-15 e Sub-17. O objetivo central é transformar o clube em um polo formador, mas, para isso, o "custo do sonho" exige parcerias sólidas.


A conta do futebol: custos além das quatro linhas


O Santo Ângelo detalhou as despesas mensais que garantem o time. Manter uma estrutura profissional para jovens envolve:


  • Logística: Despesas de viagem para competições estaduais.

  • Infraestrutura: Manutenção do estádio, contas de água e luz.

  • Profissionalização: Serviços jurídicos, contabilidade e funcionários.


Futebol como ferramenta social


Para Cláudio Somavilla e Jorge Ribeiro (vice-presidente), o investimento público no clube ultrapassa o resultado no placar. O argumento levado ao gabinete é de que o esporte é um braço da saúde e da educação, formando "grandes homens" antes mesmo de formar atletas profissionais.

"O esporte é sinônimo de vida, saúde e futuro para os jovens, formando não apenas grandes atletas, mas também grandes homens", declarou o clube.

 
 
Imagem: Divulgação/Lajeadense

O futuro do Lajeadense começou a ganhar cor e raízes nesta semana. Após concluir as etapas de modernização do sistema de drenagem e a instalação de uma nova rede de irrigação, a diretoria deu início ao plantio oficial do novo gramado da Arena Alviazul. O investimento faz parte de um plano ambicioso da gestão atual para profissionalizar a estrutura e resgatar a essência competitiva do clube de Lajeado.


A decisão de reformular o campo "do zero" é vista internamente como um passo estratégico e um diferencial para a disputa da Divisão de Acesso. Um gramado de alta performance não apenas qualifica o espetáculo, mas também favorece o modelo de jogo técnico que o Lajeadense busca implementar para buscar o retorno à elite do futebol gaúcho.

 
 
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