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Foto: Prefeitura de Capão da Canoa

O Monsoon, clube fundado em 2021, planeja consolidar sua presença no futebol gaúcho com um movimento audacioso no Litoral Norte. Conforme informações da Líder TV, a instituição apresentou um projeto para a construção de uma arena multiuso em Capão da Canoa, com capacidade prevista para 30 mil espectadores.


A proposta envolve um investimento estimado em 4 milhões de euros e solicita a concessão de uma área pública pelo período de 40 anos.


Localização e Infraestrutura


A futura Arena Monsoon deve ser erguida em um terreno de aproximadamente 30 hectares, situado entre a Estrada do Mar e a Avenida Paraguassú, ao lado do campus da Unisc. O projeto aposta em modernidade e versatilidade:


  • Padrão Fifa: O estádio contará com campo oficial e arquibancadas cobertas em todos os quatro setores.

  • Multiuso: A estrutura prevê pista de atletismo, quadras de areia e futevôlei, além de uma área kids com piso emborrachado.

  • Eventos: Um espaço exclusivo para shows e grandes eventos foi projetado para garantir a movimentação do local fora da temporada de veraneio.


O design arquitetônico recebe suporte de um especialista espanhol em arenas pré-moldadas, técnica que visa acelerar o prazo de entrega e otimizar os custos da obra.


Financiamento e Parcerias


Para viabilizar o montante necessário, o clube foca em três frentes de captação: leis de incentivo fiscal, parcerias com a iniciativa privada e a venda de naming rights. De acordo com a Líder TV, já existe uma negociação avançada com uma grande empresa do setor farmacêutico.


Identidade Litorânea


O Monsoon já deu passos concretos para se tornar o "clube do Litoral", transferindo sua sede administrativa, loja e identidade visual para Capão da Canoa. A estratégia para evitar o rótulo de equipe "importada" inclui uma meta ambiciosa para as categorias de base: garantir que 50% dos atletas sejam naturais da região.


Mesmo diante de um possível rebaixamento no Gauchão, o clube assegura que o cronograma da Arena não será alterado, tratando o estádio como um pilar de longo prazo para a região, que carece de um equipamento multiuso deste porte.

 
 
Imagem: Reprodução/GZH Youtube

O futebol, por vezes, reserva roteiros que extrapolam as quatro linhas. No Guarany de Bagé, a ascensão do goleiro Tiago, 25 anos, à titularidade é uma dessas histórias de superação. Após a grave lesão de Jonathan, que rompeu ligamentos do tornozelo e ficará 60 dias fora, o jovem arqueiro assumiu a camisa 1 no momento mais crítico da temporada: o quadrangular da permanência.


O ápice dessa trajetória ocorreu no Estádio Presidente Vargas, em Santa Maria. Com o Guarany vencendo o Inter-SM por 1 a 0, Tiago defendeu um pênalti no apito final, garantindo a liderança isolada do clube no torneio.


O drama de 2013: Sobrevivência e milagre


Em entrevista emocionada ao repórter Rogério Giaretta Júnior, de GZH, Tiago revelou que sua maior vitória não foi em campo, mas em uma cama de hospital em 2013. Após uma cirurgia no joelho, o atleta contraiu uma infecção hospitalar que quase encerrou sua carreira e sua vida.

"Não era para mim estar aqui hoje. Em 2013 eu passei por uma cirurgia no joelho, peguei a infecção hospitalar, tive que fazer três cirurgias, quase morri. Me deram como ou amputava a perna ou morria", desabafou o goleiro.

Tiago atribuiu sua recuperação e a defesa decisiva à sua fé, afirmando que o destino de ainda estar jogando futebol é uma prova do suporte divino. "Eu creio que a mão do Senhor está sobre mim", declarou o jogador, que também dedicou o momento à esposa Eduardo e ao filho Timóteo.


Solidariedade no vestiário


Mesmo celebrando o momento pessoal e a "baliza zero", Tiago fez questão de enviar uma mensagem de apoio ao colega lesionado. Ele destacou a união dos goleiros do clube, mencionando a boa relação com o preparador Douglas e com o recém-chegado Jean Carlos, com quem já atuou anteriormente.


Com Tiago inspirado e com uma história que motiva todo o elenco, o Índio Guerreiro segue firme em busca de confirmar sua permanência na Série A do Gauchão.

 
 

O futebol gaúcho é conhecido por suas histórias peculiares, e a próxima quarta-feira (25) promete adicionar mais um capítulo inusitado ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RS). Às 17h, a segunda turma do tribunal julgará Ary Saaht, identificado como eletricista do Avenida, por incidentes ocorridos no empate em 1 a 1 contra o Monsoon, no Estádio dos Eucaliptos.


Diferente do que se poderia imaginar pela sua profissão, o julgamento não tem relação com falhas na iluminação, mas sim com o comportamento de Ary durante a partida válida pelo quadrangular do rebaixamento.


Relato pesado na súmula de Anderson Daronco


De acordo com o documento oficial assinado pelo árbitro Anderson Daronco, o eletricista passou o jogo inteiro proferindo ofensas pesadas contra a equipe de arbitragem. O relato detalha que Ary utilizou termos como "lixo humano", "vagabundo", "ladrão" e "sem vergonha" em diversos momentos.


A situação teria se agravado após o apito final, quando o funcionário se dirigiu à porta do vestiário dos árbitros para gritar: "Por isso ninguém gosta de ti. Safado, filho da p$@#".


Riscos e penalidades


Por não fazer parte da comissão técnica ou ser atleta, Ary Saaht se enquadra na categoria de "pessoa natural submetida ao Código Brasileiro de Justiça Desportiva". Caso seja condenado, as punições previstas são:


  • Multa financeira: Entre R$ 100,00 e R$ 100.000,00.

  • Suspensão: Afastamento das atividades pelo prazo de 15 a 90 dias.


Este caso curioso reforça o rigor do TJD com qualquer pessoa vinculada aos clubes que tente interferir ou desrespeitar o trabalho da arbitragem, independentemente da função que exerça na instituição.

 
 
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