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O Guarany de Bagé segue reforçando seu sistema defensivo para as competições da temporada 2026. O Alvirrubro anunciou a contratação do zagueiro João Teixeira, de 28 anos, que chega ao Estrela D'Alva para trazer solidez e experiência ao elenco comandado pela nova comissão técnica.


Natural de Araraquara (SP), o defensor desembarca na Rainha da Fronteira vindo do Brasiliense, onde disputou as primeiras competições do ano. João Victor de Souza Teixeira possui um perfil que agrada à diretoria: um jogador com rodagem no futebol paulista e passagens pelo futebol europeu.


Bagagem Europeia e Rodagem Nacional


O novo xerife do Índio Bagé traz no currículo uma trajetória interessante, com destaque para sua passagem pelo futebol de Malta, onde defendeu dois dos principais clubes do país:


  • Futebol Internacional: Atuou pelo Mosta FC e pelo Hibernians FC, experiência que lhe conferiu uma leitura de jogo diferenciada e imposição física.

  • Futebol Brasileiro: No Brasil, além do Brasiliense, João Teixeira vestiu a camisa do Oeste (SP), clube conhecido por disputar divisões nacionais e o competitivo Paulistão.

 
 
Imagem: TV Xavante/Brasil

O processo de implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no Brasil avança para uma nova fase de estruturação administrativa. Com o objetivo de profissionalizar todos os setores do Estádio Bento Freitas, o consórcio investidor já definiu o retorno de um rosto conhecido para o dia a dia do vestiário e estuda a criação de um cargo de liderança executiva para consolidar o novo modelo de gestão.


Uma das novidades será a contratação de Fernando Cardoso como supervisor de futebol, conforme divulgou o Jornal A Hora do Sul. Natural de Pelotas e com uma história profundamente ligada ao Xavante — clube que defendeu como zagueiro entre 2013 e 2016, participando de ascensões históricas —, Cardoso traz o equilíbrio entre a identificação com a torcida e a experiência de mercado. Além de ter atuado por quase uma década no futebol de Portugal, o ex-defensor já exerceu a função de gerente de futebol no próprio Brasil em 2019, o que deve acelerar sua adaptação no clube.


No entanto, a grande mudança estrutural pode vir através da figura de um CEO (Chief Executive Officer). Em entrevista à TV Xavante, Fernando Ferreira, integrante do consórcio investidor, explicou que, embora os investidores estejam atualmente imersos no comando direto dos processos, o planejamento prevê uma transição para uma gestão executiva local e altamente qualificada.


"O modelo agora de gestão vai ser um modelo muito próximo. A questão de nós não estarmos aqui no dia a dia, veja, são reuniões constantes para tratar do Xavante o tempo todo. É óbvio que no futuro o clube sim terá uma referência aqui internamente. Mas, nesse momento, nós estaremos assim à frente, inseridos, comandando, muito em cima do processo como um todo. Mas vamos, sim, no futuro, ter uma pessoa, talvez um CEO", revelou Ferreira.

O dirigente ressaltou que a escolha de um futuro CEO passará por uma análise criteriosa, uma vez que a SAF Xavante prioriza um formato de trabalho integrado. "O nosso modelo de gestão é um modelo participativo. A gente confia nas pessoas que estão aqui para trabalhar junto com a gente. Os nossos profissionais são pessoas qualificadas. O que a gente quer é dar condições de trabalho para esses profissionais que estão aqui, e para os outros que venham, para a gente poder chegar e atingir o objetivo juntos", complementou o investidor.


Com a chegada de Fernando Cardoso na supervisão e a análise para um cargo de CEO, o Brasil de Pelotas sinaliza ao mercado que a era SAF não se limitará apenas ao aporte financeiro no elenco, mas sim a uma reforma profunda na governança do clube.

 
 
Foto: @gcosta.jpg/Brasil

A menos de duas semanas da data prevista para o pontapé inicial da Série D do Campeonato Brasileiro, uma sombra de incerteza paira sobre a competição. O início do certame, marcado para o dia 4 de abril, corre sério risco de ser adiado — repetindo o cenário ocorrido em 2025 — devido a um gargalo burocrático e estrutural: 29 dos 96 clubes participantes ainda não possuem seus estádios devidamente liberados com todas as documentações e laudos técnicos exigidos.


A indefinição é tão acentuada que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não conseguiu divulgar a tabela detalhada da fase de grupos, limitando-se a apresentar apenas a data-base para os confrontos. Sem as vistorias concluídas e os laudos de segurança, incêndio e vigilância sanitária em dia, a entidade máxima do futebol nacional fica de mãos atadas para confirmar locais e horários das partidas.


Um dos clubes que corre contra o tempo para regularizar sua casa é o Brasil de Pelotas. O Estádio Bento Freitas, palco histórico do futebol gaúcho, integra a lista das praças esportivas que ainda aguardam o sinal verde das autoridades. Fernando Ferreira, integrante do consórcio que gere a SAF Xavante, detalhou que a situação do estádio tornou-se a prioridade absoluta da gestão nas últimas semanas, envolvendo não apenas papelada, mas intervenções físicas na estrutura.


"Veja, falando por exemplo do ponto de vista de liberação de estádios, esse é o motivo do atraso. São 29 dos 96 estádios que não estão liberados, um deles é o Bento Freitas. Nós temos toda uma parte estrutural necessária para poder liberar o estádio, obras e necessidades, inclusive de questões de segurança, que foram questões que nós contratamos serviços de empresas que são responsáveis por esse tipo de serviço", explicou o dirigente em entrevista à TV Xavante.

Ferreira buscou tranquilizar a torcida rubro-negra, afirmando que o processo já avançou para as etapas finais, embora dependa agora de órgãos externos. Segundo ele, o clube já cumpriu suas obrigações financeiras e técnicas para que a liberação ocorra a tempo da estreia.


"Isso está em andamento, inclusive os laudos todos necessários já foram contratados e pagos para a liberação do estádio e está sendo marcada a vistoria do Corpo de Bombeiros para a liberação disso. Então, na última semana, principalmente, houve um foco muito grande nesse tema. Esse foi um tema importantíssimo e está seguindo o trâmite normal. Uma grande prioridade hoje", reforçou Fernando.

Enquanto clubes como o Brasil tentam resolver suas pendências locais, a CBF monitora o panorama nacional. Caso o número de estádios vetados permaneça alto nos próximos dias, o adiamento da rodada de abertura será inevitável para garantir a isonomia da competição e, acima de tudo, a segurança dos torcedores e profissionais envolvidos.

 
 
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