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Foto: Karen Rodrigues/Bagé

O Bagé deu o pontapé inicial no planejamento para a sequência da temporada. Nesta quinta-feira (09/04), o clube da Pedra Moura começou a anunciar os nomes que irão compor a linha de frente da sua comissão técnica e diretoria para 2026. A estratégia da direção jalde-negra aposta em profissionais que possuem uma relação histórica com a instituição e conhecem profundamente a realidade do clube.


Para o cargo de diretor geral, o escolhido é Draiton Amaral, conhecido no meio esportivo como Nenê. Ele terá a missão de atuar como o elo entre os diversos setores do Bagé, sendo o responsável direto por coordenar tanto a área administrativa quanto a esportiva, garantindo a integração necessária para o funcionamento do dia a dia no Estádio Pedra Moura.


Já no departamento de futebol, o clube optou pela continuidade de um trabalho que já vem sendo executado. Maurício Goulart segue na função de diretor de futebol. Ex-atleta do próprio Bagé, Goulart completa dois anos no cargo, trazendo para a mesa a experiência de quem já viveu o vestiário como jogador e, agora, aplica esse conhecimento na montagem do elenco e na logística de competição.

 
 

O Santa Cruz confirmou, nesta manhã, mais um reforço para o seu setor ofensivo. O centroavante Matheus Mazia, de 25 anos, chega ao Estádio dos Plátanos com a missão de ser a referência de área do Galo para as competições da temporada 2026.


Natural de Rolândia-PR, o atacante é descrito como um jogador de forte imposição física e capacidade de finalização. Mazia traz consigo uma bagagem que mistura vivências no futebol brasileiro e experiências no exterior, com passagem pelo futebol de Portugal. Ele defendeu o Dourados por último e também o Aimoré.


 
 
Foto: Roberto De Vargas/Caxias

O clima do clássico Ca-Ju transbordou das quatro linhas e ganhou contornos de provocação de décadas passadas. Após a vitória do Caxias por 1 a 0 sobre o Juventude, o presidente grená, Roberto De Vargas, deixou a diplomacia de lado e adotou um tom incisivo nas cornetas ao rival, resgatando o estilo "dirigente-torcedor" que marcou o futebol brasileiro nos anos 90.


Em entrevista à Rádio Caxias, o mandatário não poupou críticas à baixa adesão da torcida alviverde no Estádio Centenário. Vargas ironizou a presença de público no setor visitante, comparando o Juventude a clubes de menor expressão nacional.

— A decepção foi o tamanho da torcida do Juventude, que veio com 200 pessoas. Um time desse tamanho, que se chama de Série A, quer ser Série A e Série B, e não coloca 200 pessoas aqui. Até o Esportivo de Bento coloca mais torcedor que eles — disparou o presidente.

Críticas ao Planejamento Alviverde


Além das arquibancadas, o presidente grená também comentou a postura técnica do adversário. O Juventude, assim como outras equipes, tem utilizado formações alternativas na competição regional, o que foi interpretado por Vargas como falta de profundidade no elenco ou falta de seriedade com o torneio.

— O Caxias não tem culpa se eles não têm plantel. Esse time aí parece o sub-17 deles. O Caxias não está poupando e está encarando de forma séria os seus compromissos. Se eles não quisessem disputar essa Copa, era só não disputar. Não venham colocar desculpas. Não jogaram é nada — finalizou Roberto De Vargas.

 
 
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