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Foto: São Paulo/Divulgação

O São Paulo, o "Leão do Parque", deu mais um passo importante em seu processo de reestruturação institucional. Como parte da estratégia para fortalecer a marca e estreitar os laços com a sua apaixonada torcida, o clube de Rio Grande inaugurou oficialmente sua nova loja oficial.


Localizada estrategicamente no Estádio Aldo Dapuzzo, com acesso principal pela Avenida Presidente Vargas, o novo espaço oferece uma experiência de consumo para o torcedor rubro-verde.


Produtos Oficiais e Identidade


A vitrine da loja destaca o lançamento das camisas oficiais da temporada 2026, além de uma linha completa de produtos licenciados que prometem impulsionar a receita do clube. O investimento no varejo próprio faz parte de uma visão da diretoria de profissionalizar todos os setores do Leão, buscando recursos fundamentais para a reconstrução do futebol e da estrutura física do estádio.


Horários de Funcionamento


Para atender o torcedor que deseja vestir as cores do clube ou garantir presentes oficiais, a loja estabeleceu um cronograma de atendimento em dois turnos:


  • Segunda a Sexta: das 14:00 às 18:30

  • Sábados: das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00


A inauguração da loja é vista como um marco simbólico desta nova fase do São Paulo, que tenta recuperar seu protagonismo através de uma gestão mais próxima da comunidade e focada na sustentabilidade financeira.

 
 
Foto: Peleia FC

Horas após a repercussão da coluna de Leonardo Oliveira, em GZH, sobre uma suposta venda do departamento de futebol do São José, a diretoria do clube freou as especulações. Em nota assinada pelo presidente Ênio Campos, o Zeca negou categoricamente que o processo esteja em estágio final ou que sequer existam propostas na mesa.


"A referida reportagem afirma que o clube estaria em 'fase final de negociação' para a venda de seu departamento de futebol por meio da constituição de uma SAF. Tal informação não condiz com a realidade dos fatos", disparou o mandatário.


Sem proposta, sem processo


De acordo com o presidente, o clube ainda não recebeu nenhuma oferta concreta que justificasse o alvoroço nos bastidores. Ênio Campos foi enfático ao separar o interesse externo da realidade interna do Passo d'Areia:

"O clube esclarece que, até o presente momento, não recebeu qualquer proposta formal de investidores para a constituição de uma SAF. As discussões sobre o tema não ultrapassaram o campo das sondagens preliminares e não há qualquer negociação em andamento, muito menos em estágio avançado."

O rito estatutário


Outro ponto crucial levantado pela direção é a burocracia necessária para uma mudança desse porte. Diferente do que sugeria a informação de bastidor — de que o contrato já estaria em revisão para envio ao conselho —, o São José informou que sequer iniciou os trâmites legais para permitir a existência de uma SAF.


Para que o Zeca mude seu modelo de gestão, é necessária uma alteração no Estatuto Social, tarefa que cabe exclusivamente ao Conselho Deliberativo. "Um processo que sequer foi iniciado", reforçou a nota.


Transparência e cautela


A nota oficial serve como um balde de água fria nas expectativas de quem projetava um "modelo Bragantino" em Porto Alegre já para 2027. O presidente reafirmou que qualquer mudança estrutural será submetida ao rigor das instâncias deliberativas, em respeito à história do clube e aos seus associados.

Embora o mercado de investidores siga atento ao São José pela sua saúde financeira e logística, o comando do clube deixa claro que, por enquanto, o Zeca continua sob a gestão tradicional do grupo que o comanda há décadas.

 
 
Foto: @gcosta.jpg/Divulgação

O torcedor xavante recebeu a notícia que tanto esperava para o duelo mais importante do semestre. Por meio de uma decisão administrativa do presidente do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RS), Airton Ruschel, o Brasil de Pelotas obteve a liberação para receber público na final da Recopa Gaúcha contra o Internacional, marcada para o dia 6 de maio, às 20h, no Estádio Bento Freitas.


A informação, trazida pelo Jornal A Hora do Sul, encerra uma semana de incertezas na Baixada. O clube carregava uma punição imposta pelo Pleno do STJD no último dia 10 de abril, que previa a perda de um mando de campo e multa de quase R$ 7 mil. A sanção era reflexo dos incidentes na final da Copa FGF 2025, quando a torcida invadiu o gramado para celebrar o título diante do Aimoré.


A Nova Punição: Solidariedade em campo


Para evitar que a decisão do título ocorresse de portões fechados — o que causaria um prejuízo técnico e financeiro —, o Brasil solicitou a conversão da pena. O pedido foi acatado pelo tribunal. A conversão é um ato administrativo que já foi usado por outros clubes até mesmo no Gauchão em momentos decisivos.


Com a mudança, o "castigo" esportivo transforma-se em uma ação social:


  • Público: Liberado integralmente para a decisão.

  • Nova Condição: O Brasil de Pelotas deverá destinar 15% da renda bruta da partida para entidades assistenciais devidamente credenciadas junto ao TJD.


 
 
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