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Foto: Divulgação/FC Slavia Karlovy Vary

Aos 23 anos, o volante Tiago Cunha vive uma nova etapa da sua carreira. Após defender equipes de Brasil, Uruguai e Sérvia, o jogador desembarcou na República Tcheca para vestir a camisa do Slavia Karlovy Vary. Pelo novo clube, bom início: um gol e uma assistência em cinco partidas.


Filho de mãe brasileira e pai uruguaio, Tiago nasceu em Florianópolis, mas é um “cidadão do mundo”. Com passagem pelas categorias de base do Figueirense, o meio-campista concluiu a sua formação no Liverpool de Montevidéu. Na última temporada, ele disputou a Série A2 do Campeonato Gaúcho pelo Glória de Vacaria, antes de aceitar o desafio de atuar na Europa.


A estreia no futebol europeu aconteceu em 2025, quando Tiago Cunha se tornou jogador do FK Borac, da Sérvia. A experiência na região dos Bálcãs abriu a porta para atuar na República Tcheca, e o jogador logo abraçou a oportunidade.


“Chegar ao futebol europeu sempre foi um objetivo que construí passo a passo. Estou muito motivado com esse desafio na República Tcheca e focado em aproveitar cada oportunidade para crescer e ajudar o clube”, disse o volante, que completou:


“Cada país tem um estilo diferente de jogo, e isso me ajudou muito a crescer como jogador. Hoje me sinto mais completo, tanto taticamente quanto mentalmente”.

 
 
Foto: Luiz Erbes/Caxias/Divulgação

A vitória do Caxias por 2 a 0 sobre o Volta Redonda, ocorrida na noite da última quinta-feira (30), foi marcada por um relato de uma suposta injúria racial no Estádio Centenário. O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Júnior registrou na súmula da partida, válida pela quinta rodada da Copa Sul-Sudeste, um suposto ato discriminatório direcionado ao centroavante Oswaldo Blanco.


O relato na súmula


De acordo com o documento oficial assinado pela equipe de arbitragem, o gerente de comunicação e marketing do Volta Redonda, Mateus de Souza Soares, dirigiu-se ao vestiário após o apito final para comunicar o ocorrido.


Segundo o relato, o atleta Oswaldo Enrique Blanco Mancilla (camisa n° 19) teria sido chamado de "Vera Verão" por um torcedor localizado na arquibancada, acima do vestiário da equipe visitante.


"Informo que após o término da partida o senhor Mateus de Souza Soares, gerente de comunicação e marketing, da equipe do Volta Redonda veio até o vestiário e comunicou, de forma educada, a equipe de arbitragem que o atleta Oswaldo Enrique Blanco Mancilla, n° 19, sofreu um ato racista ao ser chamado de 'Vera Verão' por um torcedor que estava na torcida do caxias, situado na arquibancada acima do vestiário da equipe do volta redonda", diz a súmula.


O árbitro, contudo, não especificou em que momento exato da partida o incidente teria acontecido. Até a publicação desta reportagem, nem Caxias nem o Volta Redonda emitiram notas oficiais sobre o caso.


Oswaldo Blanco tem 35 anos e é natural de Cartagena, na Colômbia. Ele foi revelado pelas categorias de base do Atlético Nacional-COL


Contexto Histórico: Quem foi Vera Verão?


A expressão utilizada pelo torcedor faz referência a uma das personagens mais marcantes da televisão brasileira na década de 1990. Interpretada pelo ator, bailarino e comediante Jorge Lafond (1952–2003) no programa "A Praça é Nossa", do SBT, a personagem tornou-se um ícone da cultura popular. Lafond foi um pioneiro ao ocupar espaços de destaque na TV brasileira sendo um artista negro e homossexual.

 
 
Arte: Farroupilha/Divulgação

O Farroupilha oficializou a contratação de mais um nome experiente para reforçar o seu elenco em 2026. Wendell, de 30 anos, chega ao Fantasma para agregar qualidade técnica e vigor físico ao grupo tricolor. Com 1,95 m de altura e 90 kg, o atleta possui um currículo robusto, com formação na base do Fluminense (RJ) e experiência internacional no Santa Clara, de Portugal.  


Além da rodagem fora do país, Wendell acumula passagens importantes por clubes como São José (RS), Passo Fundo, Guarany de Bagé, Pelotas, Esportivo e Rio Branco (ES). A sua trajetória sólida é vista pela diretoria como um pilar fundamental para o momento de reconstrução que o clube atravessa.  


Identidade e Reconstrução


Criado em Pelotas, o defensor não escondeu o entusiasmo ao vestir a camisa do "Fantasma". "O Farroupilha é um clube muito querido por mim e por minha família; é uma instituição tradicional da cidade onde fui criado. É um prazer enorme poder ajudar, principalmente neste momento de reconstrução", destacou o atleta.  


Sobre as expectativas para a competição, Wendell demonstrou foco total no objetivo maior da temporada. "Sabemos da importância deste período para preparar o clube para a sequência do ano, buscando o acesso. É também uma oportunidade para os mais jovens mostrarem potencial ao lado dos mais experientes. Vamos trabalhar forte para escrever mais um capítulo importante na história do clube", projetou o novo reforço. 

 
 
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